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ALLOS3 registra alta de vendas e receita, conforme dados

ALLOS registra alta de vendas e receita no 1T26, impulsionadas por verticais de desenvolvimento e mídia; receita líquida avança 9,8%, com eficiência de custos

Allos (Foto: Divulgação)
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  • A ALLOS (ALOS3) informou alta de 6,6% nas vendas em shoppings no 1T26 frente ao 1T25, com SSS (vendas nas mesmas lojas) em 5,0%.
  • Receita alcançou R$ 683,3 milhões, alta de 10,9% em relação ao 1T25; excluindo o Tijuca, crescimento seria de 12,8%. Receita líquida gerencial caiu/leu para R$ 692,4 milhões (alta de 9,8%); ex-Tijuca, 11,8%.
  • SSR (Same Store Rent) subiu para 5,5% no trimestre; destaque para renegociação de renovações contratuais e força do portfólio.
  • Despesas gerais e administrativas recuaram 13,2%; EBITDA ficou em R$ 493,1 milhões, margem de 72,2%; FFO foi de R$ 298,8 milhões, avanço de 9,7% (ex-Tijuca, 18,2%).
  • A empresa emitiu CRI de R$ 1 bilhão, distribuiu R$ 730 milhões a acionistas; firmou parceria com a Kinea para o fundo Kinea ALLOS Malls FII; houve MOUs envolvendo venda de Shopping Curitiba, aquisição do Amazonas Shopping e permuta de participações entre Shoppings.

A ALLOS (ALOS3) registrou alta em vendas e receita no 1T26. As vendas em shoppings cresceram 6,6% frente ao 1T25, com uma aceleração em relação ao fim de 2025. O SSS avançou 5,0%.

Ao final do trimestre, a empresa tinha participação em 46 shoppings, somando 1,931 milhão de m² de ABL total e 1,262 milhão de m² de ABL própria. Também atendeu seis shoppings de terceiros, com 205,3 mil m² de ABL.

No 1T26, a receita somou R$ 683,3 milhões, alta de 10,9% ante o 1T25, impulsionada pelas verticais de desenvolvimento imobiliário e mídia. Excluindo o Tijuca, o crescimento seria de 12,8%.

A receita líquida gerencial ficou em R$ 692,4 milhões, avanço de 9,8% na comparação anual. No critério proforma, o ganho foi de 10,2%. Excluindo Tijuca, o aumento chega a 11,8%.

Desempenho de ativos e margens

O SSR atingiu 5,5% no trimestre, indicando renovação de contratos com leasing spreads relevantes. A companhia aponta força do portfólio e capacidade de renegociação.

Despesas operacionais recuaram 13,2% no período, dentro da estimativa. O EBITDA somou R$ 493,1 milhões, alta de 11,8% frente ao 1T25, com margem de 72,2%.

O FFO ficou em R$ 298,8 milhões, subida de 9,7% anual. No recorte ex-Tijuca, o avanço é de 18,2%. O balanço gerencial aponta EBITDA ajustado de R$ 502,2 milhões e margem de 72,5%.

Gestão de passivos e novos investimentos

A ALLOS informou emissão de CRI de R$ 1 bilhão, com custos abaixo do CDI, dividido em três séries com vencimentos de 5, 7 e 10 anos. A empresa distribuiu R$ 730 milhões em dividendos e JCP até maio de 2026.

Em parceria com a Kinea, foi criado o Kinea ALLOS Malls FII, para ampliar capital e abrir nova vertical de receitas recorrentes.

Movimentação de portfólio

A empresa assinou MOUs para transações estratégicas. Desinvestimento integral do Shopping Curitiba, a um cap rate de 9,5%, está em andamento. Em contrapartida, a ALLOS adquiriu participação no Amazonas Shopping, com cap rate de 9,7%.

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