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Bitcoin sobe 24% desde início da Guerra EUA-Irã, supera ouro e S&P 500

Bitcoin sobe 23,9% desde o início da guerra EUA-Irã, supera ouro e S&P 500 e conquista posição de proteção em momentos de tensão

Bitcoin, ouro, S&P 500
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  • Desde 28 de fevereiro, o Bitcoin valorizou 23,9%, liderando o desempenho entre os principais ativos globais e superando ouro e S&P 500.
  • O S&P 500 avançou 7,03% no mesmo período, enquanto o ouro caiu 10,9%.
  • O movimento é atribuído à entrada de capital institucional e à demanda via ETFs de Bitcoin nos EUA.
  • Na última semana, o Bitcoin passou de cerca de 63 mil dólares para acima de 82 mil dólares, impulsionado pela melhora nas tensões entre EUA e Irã.
  • Outros fatores: expectativa de juros do Federal Reserve, queda de mais de 10% no petróleo e o RSI do Bitcoin atingiu o maior nível em sete meses.

Desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro, o Bitcoin passou a liderar o desempenho entre ativos globais, reforçando sua tese de reserva de valor em momentos de incerteza. A criptomoeda registrou alta de 23,9% até 7 de maio, segundo levantamento do Portal do Bitcoin.

Nesse período, o S&P 500 subiu 7,03% e o ouro caiu 10,9%, evidenciando a resistência recente do BTC frente a ativos tradicionais. A comparação aponta o Bitcoin como destaque entre as principais classes de ativos no cenário de tensão geopolítica.

O movimento ocorre em meio a entrada de capital institucional e à demanda via ETFs à vista nos EUA, que ampliam o papel do Bitcoin como proteção contra volatilidade cambial e desvalorização de moedas. A percepção de risco parece ter pesadamente favorecido a criptomoeda.

Contexto recente e gatilhos para o desempenho

Relatório do JPMorgan aponta que o Bitcoin vem ganhando espaço frente ao ouro como proteção contra desvalorizações monetárias, com ETFs de Bitcoin recebendo entradas de capital enquanto fundos ligados ao ouro enfrentam saídas.

Na semana passada, o Bitcoin atingiu o maior nível em três meses, após notícias sobre avanços nas negociações entre EUA e Irã. Houve relatos de possibilidade de acordo para reduzir tensões e abrir rotas comerciais, como o Estreito de Ormuz.

Essa concessionária de contexto geopolítico ajudou o Bitcoin a superar US$ 82 mil, enquanto o S&P 500 atingiu novas máximas históricas. Em 28 de fevereiro, a criptomoeda operava na faixa de US$ 63 mil, reforçando a expressiva valorização desde então.

Fatores do mercado e perspectivas

Além do ambiente macro, fatores nativos do ecossistema cripto contribuem para a demanda. O RSI do Bitcoin atingiu o maior nível em sete meses, sinalizando impulso comprador. A queda de mais de 10% no petróleo reduz pressões inflacionárias e favorece ativos de maior risco.

A percepção de juros mais elevados pelo Federal Reserve também sustenta o dólar e impacta o apetite por ativos como o ouro, fortalecendo a atratividade relativa do Bitcoin entre investidores internacionais. A movimentação aparece como parte de um contorno de liquidez global.

Enquanto isso, o ouro tem mostrado fraqueza recente diante da volatilidade e da rolagem de fluxos de investidores para ativos digitais. A transformação de ativos de risco em reservas de valor se consolida como tema central em mercados tensionados.

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