- A General Motors planeja demitir entre quinhentos e seiscentos funcionários do departamento de tecnologia da informação em todo o mundo, como parte de uma reestruturação.
- As notificações aos trabalhadores afetados começaram na manhã desta segunda-feira, 11, segundo fontes da Bloomberg News.
- A GM confirmou os cortes, alegando que a medida reduz custos e reorganiza a área de TI para o futuro.
- As ações da empresa caíam 3,9% às 12h27 (horário de Nova York) após ter atingido máxima histórica no início do ano.
- Os cortes se somam a demissões anteriores, incluindo reduções de funcionários de colarinho branco em outubro e ajustes operacionais na sequência de investimentos em veículos elétricos.
A General Motors planeja demitir entre 500 e 600 funcionários do seu setor de tecnologia da informação (TI) globalmente. A medida visa reduzir custos e abrir espaço para contratações em outras áreas de tecnologia.
A confirmação veio da própria GM, por meio de comunicado, após a divulgação às claras pela Bloomberg News. A direção afirma que a reestruturação do TI busca posicionar a empresa para o futuro.
As ações da GM caíam 3,9% às 12h27 (horário de Nova York) nesta segunda-feira, após terem atingido patamar histórico no início do ano. O desempenho acompanha a queda, em geral, do papel frente ao S&P 500.
Cortes atingirão escritórios da empresa ao redor do mundo, com foco em melhorar a lucratividade diante da estagnação das vendas nos EUA no início do ano.
Em outubro, a GM já havia reduzido centenas de funcionários de colarinho branco, além de demitir milhares de operários após dificuldades com investimentos em veículos elétricos.
A empresa também trabalha para transformar operações de desenvolvimento de TI, ampliando recursos computacionais e de software em seus veículos e promovendo maior uso de inteligência artificial.
A GM tem adotado medidas de ajuste interno para sustentar margens, diante de inflação pressionada pela situação geopolítica e macroeconômica global.
Além disso, a companhia registrou baixas contábeis relacionadas ao negócio de veículos elétricos, totalizando US$ 8,7 bilhões, segundo relatos de avaliação contábil.
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