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Dólar abre em alta a R$4,90 com influência de petróleo, IPCA e Petrobras

Dólar abre em leve alta a R$ 4,90, com petróleo em alta, IPCA de abril e balanço da Petrobras influenciando o mercado doméstico

Mercado de câmbio é influenciado hoje no Brasil por alta do petróleo, IPCA de abril e balanço da Petrobras
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  • Dólar abriu em leve alta, cotado a R$ 4,90, acompanhando a alta do petróleo no cenário externo.
  • Brent subia para US$ 107,89 o barril, sustentando movimentos do câmbio.
  • Tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a preocupar o mercado, com ultimato iraniano sobre o plano de paz.
  • IPCA de abril avançou 0,67%, levando a inflação em 12 meses a 4,39%, próxima da parte superior da meta.
  • Petrobras apresentou lucro de R$ 32,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 7,2% ante o mesmo período de 2025, mas acima das expectativas; Ibovespa encerrou em 182.908 pontos, queda de 1,19%.

O dólar abriu o dia em alta, cotado a R$ 4,90, impulsionado por fatores externos como a tensão entre Irã e Estados Unidos e a subida do preço do petróleo. No âmbito doméstico, dados de inflação e resultados da Petrobras também influenciam o humor dos investidores.

Na íntegra da sessão, o dólar chegou a R$ 4,900, com variação de 0,19% frente ao fechamento anterior. Enquanto isso, o petróleo Brent operava em alta, com o barril cotado a US$ 107,89 na ICE, alta de cerca de 3,5%.

A tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a ganhar espaço no radar do mercado, após um ultimato de Teerã aos EUA para aceitarem o plano de paz em 14 pontos. Esse cenário externo eleva a percepção de risco e costuma sustentar ganhos de preço de commodities.

No Brasil, o IPCA de abril mostrou inflação em alta: 0,67% no mês. O acumulado em 12 meses subiu para 4,39%, aproximando-se da margem superior da meta do CMN, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual. O cenário impacta as expectativas de política monetária.

A bolsa brasileira tenta abrir espaço para recuperação após a queda de ontem. O Ibovespa fechou em baixa de 1,19%, aos 182.908 pontos, o menor nível desde 30 de março, refletindo, entre outros, as pressões do cenário externo e doméstico.

A Petrobras volta a influenciar o Ibovespa, com ações respondendo por mais de 10% do índice. A companhia registrou lucro de R$ 32,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 7,2% ante o mesmo período do ano anterior, mas acima das expectativas de mercado.

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