- Lucro líquido ajustado do primeiro trimestre de 2026 foi de R$ 3,4 bilhões, queda de 53,5% frente ao mesmo período de 2025.
- Retorno sobre o patrimônio (ROE) ficou em 7,3% no trimestre, recuo de 9,41 p.p. em 12 meses.
- Ativos somaram R$ 2,6 trilhões e o patrimônio líquido ficou em R$ 194,9 bilhões.
- Carteira de crédito atingiu R$ 1,3 trilhão, alta de 2,2% em 12 meses, impulsionada por crédito consignado e pela linha Crédito ao Trabalhador.
- Inadimplência acima de 90 dias fechou o trimestre em 5,05%.
O Banco do Brasil fechou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de 3,4 bilhões de reais, ante 7,2 bilhões no mesmo período de 2025, uma queda de 53,5%. O resultado foi divulgado pela instituição nesta semana.
O retorno sobre o patrimônio (ROE) ficou em 7,3% no trimestre, recuando 9,41 p.p. em 12 meses e 5,16 p.p. frente ao quarto trimestre de 2025. A instituição encerrou o período com ativos de 2,6 trilhões de reais e patrimônio líquido de 194,9 bilhões, ambos com altas frente ao ano anterior.
A carteira de crédito totalizou 1,3 trilhão de reais, alta de 2,2% em 12 meses, puxada pela expansão na pessoa física, principalmente no crédito consignado, com destaque para a linha Crédito ao Trabalhador, lançada em março do ano passado.
Desempenho e margens
A margem financeira ficou em 27,4 bilhões de reais, elevação de 14,8% em 12 meses, mas queda de 1,3% frente ao trimestre anterior. A margem com clientes somou 22,9 bilhões, menor em 6,9% comparado ao 1º trimestre de 2025 e 6,1% abaixo do 4º trimestre de 2025.
Receita com serviços atingiu 8,8 bilhões no trimestre, alta de 5,5% ante 2025, com estabilidade frente ao trimestre anterior. A administração de fundos somou 2,7 bilhões, crescendo 8,6% na comparação anual, e estável ante o último trimestre de 2025. A tesouraria registrou 8,85 bilhões, +23% em 12 meses, mas -12,8% ante o trimestre anterior.
Resultado de 2025
O BB informou lucro líquido ajustado de 20,7 bilhões de reais em 2025, queda de 45% ante 2024 e recuo de 40% na comparação com o quarto trimestre de 2024. O lucro bruto da atividade somou 103,1 bilhões em 2025, com o quarto trimestre registrando 27,8 bilhões, alta de 5,4% sobre o terceiro trimestre e 3,8% frente ao ano anterior.
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