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Governo comemora fim da taxa das blusinhas nas redes

Fim da taxa federal para compras internacionais até 50 dólares resulta em arrecadação de R$ 5 bilhões em 2025, mas ICMS estadual permanece sobre importações

A taxa das blusinhas começou a ser cobrada em agosto de 2024, depois da sanção do presidente Lula
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  • A taxa das blusinhas, criada pelo governo, começou a ser cobrada em agosto de 2024, após a sanção de Lula.
  • A cobrança rendeu uma arrecadação recorde de R$ 5 bilhões em 2025 com encomendas internacionais, segundo a Receita Federal.
  • Nos quatro primeiros meses de 2026, foram arrecadados R$ 1,7 bilhão com compras internacionais.
  • Mesmo com o fim da cobrança federal, segue valendo o ICMS estadual sobre importações.
  • Nas redes, o governo comemorou a medida, com Lula, o ministro do Planejamento e autoridades/publicações oficiais divulgando o fim da taxa.

A partir de agosto de 2024, o governo implementou a chamada taxa das blusinhas, criada pelo Planalto para regular compras internacionais. Em 2025, a arrecadação com encomendas vindas do exterior atingiu a marca de R$ 5 bilhões, segundo a Receita Federal. Nos primeiros four meses de 2026, o total já soma R$ 1,7 bilhão. A medida foi anunciada pelo presidente Lula por meio das redes sociais, acompanhada de um vídeo com o então secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, destacando a eliminação do imposto de importação.

O governo afirma que a decisão de zerar o imposto federal para compras internacionais até 50 dólares tornou possível manter o regime sem o custo direto do imposto federal, ainda mantendo a cobrança do ICMS estadual sobre importações. Em defesa, Lula ressalta que a medida favorece o consumo popular, especialmente entre famílias de menor renda, e que houve avanços regulatórios e no combate ao contrabando nos últimos anos.

A adoção da medida provocou desgaste político nas redes sociais, com críticas voltadas aos impactos sobre compras em plataformas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress. Em atos de comunicação, o Palácio do Planalto e a Casa Civil divulgaram conteúdos em suas contas oficiais para explicar o objetivo da mudança e os seus efeitos percebidos para o consumidor.

Dados e desdobramentos

Segundo a Receita Federal, o crescimento da arrecadação ocorreu com o aumento de encomendas internacionais. Os números de 2025 refletem a receita gerada pela taxa, enquanto os primeiros meses de 2026 mostram continuidade do fluxo de compras externas. A cobrança ainda vigente é do ICMS, cuja incidência resta competência dos estados.

Interlocutores do governo destacam que a medida foi facilitada por mudanças na regulamentação do setor e por ações de fiscalização contra o contrabando. Oficiais citam o objetivo de simplificar o ambiente de consumo para o público brasileiro, mantendo mecanismos de controle de comércio exterior.

Repercussão institucional

Em publicações oficiais, o governo descreve a decisão como uma redução de encargos para o consumidor, com impacto direto no bolso de famílias de menor renda. A comunicação foi veiculada por meio de canais do presidente, do Ministério do Planejamento e da Casa Civil, todos enfatizando o caráter popular da medida.

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