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Real é a segunda moeda que mais se valoriza durante conflito no Oriente Médio

Real é a segunda moeda a mais se valorizar no conflito no Oriente Médio; novo shekel lidera, com alta de 8,28% ante o dólar

O real ficou atrás do novo shekel israelense, que subiu 8,28% no período
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  • O real foi a segunda moeda que mais se valorizou frente ao dólar durante o conflito no Oriente Médio, com alta de 5,09%.
  • O Novo Shekel israelense lidera o ranking entre 27 moedas, com alta de 8,28%.
  • O encarecimento do petróleo e de outras commodities estimulam exportações e atraem entrada de dólares, ajudando a valorização do real.
  • A política monetária contracionista, com dois cortes consecutivos da Selic para 14,50%, criou espaço para novas quedas de juros e fortaleceu o real.
  • Juros reais elevados ajudam a atrair capital estrangeiro; a B3 fechou abril com ganho acumulado de R$ 56,54 bilhões no ano, mais que o dobro do registrado no ano passado (R$ 25,47 bilhões).

O real valorizou-se frente ao dólar, ficando em segundo lugar no ranking de 27 moedas. A alta foi de 5,09% no período analisado em meio ao conflito no Oriente Médio.

Entre os fatores, o encarecimento do petróleo e de outras commodities impulsionaram exportações e entraram dólares no Brasil. A valorização também favorece a arrecadação de royalties e pode sustentar medidas de estímulo.

O Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, chegando a 14,50%. Autoridades destacam que decisões conservadoras criaram margem para novos cortes, fortalecendo a posição do real.

Juros reais brasileiros estão entre os maiores do mundo, o que atrai capital externo e reforça a atratividade da moeda diante de investidores globais. Dados indicam que o diferencial pode sustentar a valorização.

Ainda segundo dados, a B3 encerrou abril com ganho acumulado no ano de 56,54 bilhões de reais, mais que o dobro do registrado no ano anterior, de 25,47 bilhões.

Novo Shekel israelense

O novo shekel lidera o ranking, com alta de 8,28% frente ao dólar. Motivações incluem resiliência da economia israelense, apoio financeiro dos EUA, forte atuação no setor de tecnologia e entrada de capital estrangeiro.

O ambiente de guerra começou com um ataque de Israel e dos EUA ao Irã, o que elevou a percepção de risco global. Investidores buscaram ativos considerados mais estáveis, influenciando a demanda por divisas seguras.

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