- a TSK estreou na bolsa espanhola com alta de 4,6%, fechando o papel a 5,28 euros e valorizando a empresa em cerca de 582 milhões de euros no início.
- a oferta de 150 milhões de euros recebeu demanda de quatro vezes o valor colocado, com possibilidade de ampliação de 22,5 milhões de euros.
- o executivo‑chefe Joaquín García Rico ressaltou a boa recepção dos investidores e que a família fundadora pretende manter a maior parte do capital; o grupo atua em transição energética, descarbonização, minerais críticos, infraestruturas elétricas e data centers.
- os coordenadores da operação são Santander e CaixaBank, com participação de Banca March, JB Capital e Alantra; assessorias legais de Hogan Lovells e J&A Garrigues; entre os investidores âncora estão Amundi, Amundsen, DNB Asset Management, Janus Henderson e Waterside AM.
- a maioria do capital permanece com a família García Vallina; a empresa projeta gerar mais de 4,0 bilhões de euros em receitas entre 2025 e 2028, com carteira de projetos de 1,3 bilhão de euros e margem de EBITDA de 9,6%.
A TSK abriu o pregão de 2026 na Bolsa de Madrid com valorização de 4,6%, alcançando 5,28 euros por ação. A estreia ocorreu com uma capitalização inicial de cerca de 582 milhões de euros, após fixar o preço no teto da faixa indicativa.
A oferta teve demanda de quatro vezes o valor colocado, com muitos investidores institucionais fora do livro de ordens. A empresa pode ampliar o tamanho da operação em até 22,5 milhões de euros, conforme a evolução das negociações nos próximos dias.
O CEO Joaquín García Rico destacou a boa receptividade dos investidores e informou que a família fundadora pretende manter participação majoritária. A empresa atua em setores de transição energética, descarbonização e infraestrutura elétrica, entre outros.
Detalhes da operação e participantes
A operação foi coordenada pelo Santander e CaixaBank, com apoio de Banca March, JB Capital e Alantra. Assessorias legais ficaram a cargo de Hogan Lovells e J&A Garrigues, confirmando a credibilidade do plano de negócios apresentado.
Investidores âncora incluem Amundi, Amundsen, DNB Asset Management, Janus Henderson e Waterside AM. O objetivo é sustentar o crescimento, reinvestindo lucros nos próximos três anos, sem distribuição de dividendos nesse período.
Perspectivas e cenário financeiro
Antes da OPS, investidores já haviam assegurado 40% dos 150 milhões de euros, valor mínimo da ampliação. A TSK projeta gerar mais de 4 bilhões de euros em receitas entre 2025 e 2028, com uma carteira de projetos firmados de 1,3 bilhão.
A empresa registrou EBITDA de 99,7 milhões no último exercício, alta de 37% frente a 2024, e margem de EBITDA de 9,6%. O lucro líquido subiu 64%, para 32 milhões, segundo balanços divulgados antes da abertura de capital.
Contexto de mercado e governança
O IPO ocorre em meio a um ambiente de demanda firme por soluções técnicas e de infraestrutura, impulsionado pela transição energética. A maioria do capital permanece com a família García Vallina, que controla a empresa, mantendo influência na gestão futura.
A TSK reforça seu plano de negócios com enfoque na diversificação geográfica e tecnológica, visando maior resiliência ante ciclos econômicos e tensões geopolíticas. A empresa também citou condições de financiamento mais favoráveis com a ampliação de capital.
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