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Americanas negocia últimas lojas do Natural da Terra em SP

Americanas negocia venda das três lojas remanescentes do Natural da Terra em São Paulo; venda já rendeu 69 milhões ao Oba Hortifruti para abatimento de debêntures

A rede Natural da Terra é especializada em venda de frutas, legumes e verduras
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  • Americanas negocia a venda das três últimas lojas do Natural da Terra em São Paulo; já vendeu dez unidades ao Oba Hortifruti por 69 milhões de reais, e a transação depende da aprovação do Cade.
  • As unidades vendidas eram deficitárias e consumiam caixa da empresa, segundo o diretor financeiro.
  • O dinheiro obtido com a venda será usado para abater debêntures da companhia.
  • A companhia mantém conversas avançadas para vender as três lojas restantes no estado, que ainda geram lucro.
  • O foco do hortifrúti passa a ser o Rio de Janeiro, com a empresa avaliando compradores e promovendo uma reestruturação; no primeiro trimestre de 2026, vendas cresceram quatro por cento e a margem bruta aumentou quase cinco pontos percentuais, com geração de caixa de seis milhões de reais no período.

A Americanas negocia a venda de suas três últimas lojas do Natural da Terra em São Paulo, após ter negociado dez unidades com o Oba Hortifruti por R$ 69 milhões. O negócio foi anunciado ontem e depende da aprovação do Cade.

As lojas vendidas eram deficitárias e consumiam caixa da companhia. O diretor financeiro, Sebastien Durchon, informou que a operação elimina esse consumo de caixa em São Paulo, ajudando a reduzir o aumento de dívida no curto prazo.

O dinheiro obtido com a operação será utilizado para pagar debêntures da empresa, segundo o executivo. Ainda segundo Durchon, há conversas avançadas para vender as três unidades remanescentes no estado, que apresentam lucratividade.

Reestruturação e foco regional

A operação de hortifrúti ficará concentrada no Rio de Janeiro, onde a empresa busca novos compradores e promove uma reestruturação da rede. O objetivo é manter ativos lucrativos no segmento de hortifrúti.

No primeiro trimestre de 2026, o setor de hortifrúti registrou avanço de 4% nas vendas e melhoria de quase cinco pontos percentuais na margem bruta. A empresa indica que o resultado positivo decorre do retorno a um modelo de maior foco em frutas, legumes e verduras.

A rede encerrou o período com geração de caixa positiva de R$ 6 milhões, ainda considerada aquém do desejado pela gestão. Com informações de Estadão Conteúdo.

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