- Audax prepara un reordenamiento de su deuda emitiendo 350 millones de euros en bonos con vencimiento en 2031, a interés entre ocho por ciento y ocho coma cinco por ciento, para refinanciar vencimientos de 2027 y 2028 y un tercio de pagarés.
- La emisión, liderada por BNP Paribas y Goldman Sachs, se complementará con 66 millones de euros en caja para reducir la deuda bruta a 532 millones de euros.
- Además, Audax refinanciará bonos que vencen en 2027 y 2028 y 56 millones de euros en pagarés (de un total de 154 millones).
- Las calificaciones de Moody’s y Fitch para la compañía quedaron por debajo de grado de inversión, BB- y B+ respectivamente, con perspectiva estable.
- José Elías Navarro, dueño del setenta y siete por ciento de Audax, impulsa este plan tras haber mejorado la tesorería y las ratios de endeudamiento desde acuerdos con Shell; las presentaciones a inversores se realizaron desde esta semana hasta el 18 de mayo.
Audax, grupo de energia controlado por José Elias Navarro, iniciou um processo de reordenação de sua dívida. A empresa planeja emitir 350 milhões de euros em bonds com vencimento em 2031 e cupom entre 8% e 8,5%, para refinanciar dívidas que vencem em 2027 e 2028 e parte de seus pagarés.
A operação, realizada com a liderança de BNP Paribas e Goldman Sachs, também busca amortizar ou recomprar títulos que vencem em 2027 e 2028, além de 56 milhões de euros em pagarés, totalizando 154 milhões. A empresa recebeu avaliações de rating abaixo de grau de investimento: BB- pela S&P e B+ pela Fitch.
José Elias Navarro, que detém 77% da Audax, lidera o movimento de reorganização. A empresa já iniciou apresentações a investidores, conhecidas como road show, para apresentar a estratégia. O objetivo é reduzir a dívida bruta para 532 milhões de euros, apoiando-se em 66 milhões de euros em caixa.
Estratégia de reestruturação de dívida
Audax planeja usar a emissão de bônus e o caixa disponível para quitar dívidas futuras e fortalecer a liquidez. O movimento ocorre no contexto de volatilidade dos mercados de energia e de um acordo estratégico com a Shell, firmado em 2023, que melhorou a posição de tesouraria e as métricas de endividamento.
A companhia informou que, entre janeiro e março, o EBITDA ficou entre 26 e 28 milhões de euros, ante 33,3 milhões no mesmo período de 2025. A empresa cita efeitos temporários ligados a preços de commodities e variações de calendário como principais causas da queda.
Audax opera um modelo que combina comercialização de gás e eletricidade em nine países com projetos fotovoltaicos e eólicos. A empresa destaca que a geração própria, aliada à venda para clientes finais, busca manter a rentabilidade diante das oscilações de preços no mercado atacado.
Entre na conversa da comunidade