- O BRB – Banco de Brasília S.A. afirma que não há novo fato relevante relacionado à operação de gestão e monetização de ativos do Banco Master, mesmo após questionamento formal da CVM.
- A CVM solicitou esclarecimentos depois de reportagem do Correio Braziliense Online, que apontava pagamento inicial de cerca de R$ 1 bilhão pela gestora Quadra Capital dentro da operação.
- O BRB afirma que a estrutura total continua em até R$ 15 bilhões, com entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões em parcela financeira à vista e entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões em cotas subordinadas de fundo de investimento.
- A instituição diz que entradas de recursos podem ocorrer em momentos diferentes, sem alterar o valor global ou as condições já comunicadas.
- A CVM destacou a possibilidade de leitura diferente sobre o cronograma de pagamentos e pediu que o BRB explique a veracidade da notícia, além de esclarecer divergência entre a execução dos pagamentos e o fato relevante divulgado.
O BRB – Banco de Brasília S.A. afirmou que não há novo fato relevante ligado à operação de gestão e monetização de ativos do Banco Master. A posição foi reiterada após questionamento formal da CVM, motivado por uma reportagem publicada pelo Correio Braziliense Online. A matéria apontava que a gestora Quadra Capital teria feito um pagamento inicial de cerca de R$ 1 bilhão nesta sexta-feira, dentro de uma estrutura que pode chegar a até R$ 4 bilhões à vista, com parcela remanescente de longo prazo.
Motivo do questionamento da CVM
O Correio Braziliense Online sustentou que o banco estaria recebendo a primeira parcela da monetização de ativos do Master, o que impactaria liquidez e concessão de crédito do BRB. A CVM solicitou esclarecimentos formais para entender a veracidade das informações e se haveria divergência com comunicados anteriores.
Estrutura da operação permanece conforme informado
Em comunicado, o BRB destacou que a operação já havia sido detalhada em fato relevante divulgado em 20 de abril de 2026. O total de R$ 15 bilhões é estruturado entre R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões em parcela financeira à vista e entre R$ 11 bilhões a R$ 12 bilhões em cotas subordinadas de fundo de investimento. Entradas de recursos podem ocorrer em momentos distintos sem alterar o valor global.
Versão da CVM sobre o cronograma
A autarquia indicou que a reportagem pode sinalizar uma percepção diferente do mercado sobre o cronograma de pagamentos. A CVM pediu que o BRB explicasse se a notícia procede e, se for o caso, por que não houve divulgação adicional como fato relevante. Também solicitou esclarecimentos sobre suposta divergência entre a execução prática dos pagamentos e o conteúdo do fato relevante anterior.
Repercussão de mercado e competente supervisão
O episódio revela a dimensão da operação e a sensibilidade das informações de fluxo de caixa aos investidores. Mesmo sem alterações materiais declaradas, a situação reforça a atuação da CVM na supervisão da transparência e consistência das comunicações ao mercado.
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