- O Brasil tem treze stablecoins atreladas ao real, segundo estudo da Fintrender.
- Juntas, elas somam circulação de US$ 140 milhões, aproximadamente R$ 707 milhões, na cotação atual.
- Entre as stablecoins mais conhecidas está o Drex, uma das moedas digitais atreladas ao real.
- O crescimento ocorre à medida que há mais interesse por ativos digitais e opções de pagamento com menores custos.
- O uso inclui compra e venda de criptomoedas, reserva de valor e meio de pagamento em plataformas de comércio e serviços financeiros; novas stablecoins devem surgir nos próximos meses.
O Brasil já conta com 13 stablecoins atreladas ao real, conforme estudo da Fintrender. Juntas, essas moedas somam uma circulação de US$ 140 milhões, cerca de R$ 707 milhões, na cotação atual. A pesquisa destaca foco em estabilidade e facilitação de operações no país.
Entre as stablecoins em destaque está o Drex, uma das moedas digitais atreladas ao real mais conhecidas, junto de outras que ganham espaço no mercado de criptomoedas. O aumento da circulação reflete a demanda por ativos digitais com menor volatilidade.
A Fintrender aponta que o crescimento ocorre nos últimos anos, impulsionado pelo interesse em ativos digitais e pela busca por meios de pagamento mais eficientes. A previsão é de expansão à medida que a tecnologia blockchain avança e empresas adotam mais ativos digitais.
Panorama das stablecoins atreladas ao real
A pesquisa aponta que a maior parte das stablecoins é usada para comprar e vender criptomoedas, além de servir como reserva de valor e meio de pagamento em plataformas de comércio e serviços financeiros. O movimento sinaliza uma indústria em transformação no sistema financeiro.
Segundo o estudo, a circulação total reforça a relevância do mercado de moedas digitais no cenário financeiro nacional. Expectativa é de que novas moedas atreladas ao real sejam lançadas nos próximos meses, ampliando opções para investidores e usuários.
Entre na conversa da comunidade