- A projeção do IPCA para 2026 subiu de 3,7% para 4,5%, puxada pelo conflito entre os EUA e o Irã.
- A inflação ficou no teto da meta estabelecida para o país.
- A projeção de crescimento do PIB para este ano continua em 2,3%.
- O choque no preço do petróleo pode elevar a arrecadação federal em cerca de R$ 8,5 bilhões por mês.
- A maior receita pode ajudar a compensar parte dos custos das medidas para conter os preços dos combustíveis.
O conflito entre EUA e Irã levou a equipe econômica do governo a revisar as projeções de inflação para 2026. O IPCA passou de 3,7% para 4,5%, segundo o Boletim Macroeconômico.
O novo cenário mantém o IPCA no teto da meta estabelecida para o país. A elevação é contestualizada pela alta no preço do petróleo, que pressiona os preços ao consumidor.
Ao mesmo tempo, o boletim indica que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 2,3% neste ano, mantendo a perspectiva anterior. A manutenção reflete fatores de demanda e de cenário externo.
Impactos do choque externo e arrecadação
O documento aponta que o choque no preço do petróleo pode influenciar a trajetória da inflação. Por outro lado, a arrecadação federal pode crescer cerca de R$ 8,5 bilhões por mês, ajudando a neutralizar parte dos custos das medidas para conter o preço dos combustíveis.
A divulgação reforça que as medidas econômicas seguem com foco em estabilidade macroeconômica. O Boletim Macrofiscal consolida as perspectivas para 2026 com base no cenário internacional e nas políticas domésticas.
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