- Nvidia reporta receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 85% em relação ao mesmo período de 2025.
- Para o trimestre atual, a empresa projeta US$ 91 bilhões em vendas, acima da média das expectativas de US$ 86 bilhões.
- Anuncia programa adicional de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões e aumenta os dividendos trimestrais de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, elevando o retorno anual a US$ 24 bilhões.
- Receita do segmento data center atinge US$ 75,2 bilhões, crescimento de 92% versus o primeiro trimestre de 2025.
- Lucro líquido de US$ 58,3 bilhões e lucro por ação diluído de US$ 2,39; fluxo de caixa líquido de atividades de investimento em US$ 26,4 bilhões.
Ao apresentar o balanço do primeiro trimestre de 2026, a Nvidia divulgou resultados acima das estimativas, com receita de US$ 81,6 bilhões, alta de 85% frente ao mesmo período de 2025. O desempenho reforça a liderança da empresa no mercado de infraestrutura para IA e semeia expectativas sobre o ciclo de investimentos no setor.
A companhia informou um novo programa de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões e elevará os dividendos trimestrais de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, o que eleva o payout anual para US$ 24 bilhões. A direção informou que o caixa disponível permanece robusto, justificando o retorno aos acionistas diante do ritmo de investimentos em IA.
Desempenho e perspectivas
No trimestre, a Nvidia registrou US$ 75,2 bilhões de receita no segmento de data center, incremento de 92% ante o 1T2025. O lucro líquido ficou em US$ 58,3 bilhões, com lucro por ação diluído de US$ 2,39, acima das projeções de US$ 2,30. O fluxo de caixa líquido dedicado a atividades de investimento somou US$ 26,4 bilhões, frente US$ 5,2 bilhões um ano antes.
As ações da Nvidia, na Nasdaq, fecharam o pregão com alta de 1,3%, valorizando a empresa para cerca de US$ 5,41 trilhões. No after-hours, houve queda de cerca de 1,2%. Analistas destacam que a demanda por infraestrutura de IA segue aquecida, com grandes players como Google, Microsoft, Amazon e Meta projetando aportes relevantes em 2026.
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