- Vital Mark oferece uma plataforma para simplificar o registro de marca no Brasil, buscando reduzir burocracia e custos para micro e pequenos negócios.
- A solução inicia em 99,90 reais e guiaria o usuário em etapas como viabilidade, emissão da GRU e início do pedido, segundo o fundador Leonardo Luz.
- A startup foi lançada há cerca de sete a oito meses, com desenvolvimento da solução ocorrendo há aproximadamente três anos e meio.
- O modelo utiliza advogados parceiros para serviços que exigem suporte jurídico, sem vender serviços advocatícios diretamente.
- Desafios futuros incluem estruturar a operação conforme cresce e ampliar a educação do mercado sobre a importância do registro de marca para empreendedores em fase de tração.
Vital Mark aposta em tecnologia para simplificar o registro de marca no Brasil. A startup foi apresentada no Smart Money, da BM&C News, com a proposta de reduzir burocracia, custo e barreiras de acesso para empreendedores protegerem suas marcas.
Leonardo Luz, fundador da Vital Mark, explicou que a solução surge para evitar que o empreendedor precise recorrer ao INPI ou contratar um especialista caro. A plataforma orienta o usuário desde a análise de viabilidade até a emissão da GRU e o início do pedido.
A estratégia busca democratizar o registro de marca, que hoje ainda é pouco acessível a micro e pequenos negócios. Com a solução, o custo de entrada seria de cerca de 99,90 reais para iniciar o processo, segundo o empresário.
A ideia é tratar o registro de marca como parte da construção de valor do negócio, não apenas como uma formalidade. Segundo Luz, o software facilita o registro por meio de uma interface única, reduzindo etapas e possíveis erros.
Para ilustrar o impacto, o fundador citou um caso de um empreendedor da periferia do Rio de Janeiro que passou a lecionar inglês após iniciar o registro. Acredita que a simplificação pode levar ideias a se tornarem empresas, gerando renda e movimentando a economia.
A Vital Mark encara desafios comuns de startups em rápido crescimento. A empresa está há cerca de sete a oito meses, embora o desenvolvimento tenha ocorrido há aproximadamente três anos e meio. O objetivo é estruturar processos, tecnologia e apoio jurídico.
Parcerias com advogados atuam como suporte quando há indeferimentos de pedidos. Segundo Luz, a startup não presta serviços jurídicos, mas trabalha com escritórios parceiros para atender usuários que precisem de orientação especializada.
Mentores do programa destacaram que, apesar da utilidade da plataforma, é essencial educar o mercado. Muitos empresários só percebem a importância do registro após atingir certo nível de faturamento ou enfrentar riscos legais.
Uma orientação importante é segmentar o público-alvo com base no estágio de tração e no nível de percepção de risco. A meta é tornar a comunicação mais eficaz e aumentar a taxa de adoção da solução entre empresas em crescimento.
Outra linha de foco envolve esclarecer a vantagem da plataforma em relação ao INPI. A empresa precisa demonstrar por que pagar pela ferramenta compensa frente ao registro direto, destacando a redução de etapas e menor risco de erro.
A equipe avalia que o crescimento deve financiar-se pela venda e pela educação do mercado. A proposta é transformar a dor de acessibilidade em prioridade, ampliando a base de clientes e abrindo espaço para futuras conversas com o mercado de capitais.
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