- O Banco Central retirou de circulação as notas de R$ 2 a R$ 100 lançadas a partir de 1994, substituídas pela segunda família de cédulas criada em 2010.
- As notas da primeira família continuam válidas para pagamentos, mas, ao chegar aos bancos, passam a ser recolhidas e não retornam ao sistema.
- O recolhimento é gradual, com o dinheiro antigo permanecendo em circulação por tempo indefinido até ficar totalmente substituído.
- Não há prazo para abandonar o uso dessas notas nem punição para quem as possuir.
- A medida ocorre num contexto de mudança nos meios de pagamento, com o Pix sendo o método mais utilizado: 76,4% da população o usa, e 46% o apontam como o principal meio de pagamento.
O Banco Central do Brasil anunciou um avanço na retirada de notas de R$ 2 a R$ 100 da circulação. O processo é gradual e envolve apenas as cédulas da primeira família, lançadas a partir de 1994 no início do Plano Real, que foram substituídas pela segunda família em 2010.
As notas antigas, apesar de não mais entrar automaticamente no fluxo, continuam válidas para pagamentos e recebimentos. Quando chegam aos bancos, porém, passam a ser recolhidas e não retornam ao dinheiro em circulação. O BC afirma que a substituição acelera a modernização do dinheiro físico.
Contexto de pagamentos e uso do Pix
A substituição ocorre junto com transformações nos meios de pagamento. O Pix, criado pelo BC, ganhou adesão e hoje é o método mais utilizado. Dados oficiais indicam que 76,4% da população já usa o Pix, com 46% dos entrevistados apontando o meio como o mais frequente de pagamento.
O BC explica que o real tem duas famílias de cédulas, ambas ainda válidas. A campanha de substituição busca reduzir desgaste físico, facilitar leitura de elementos de segurança e melhorar a compatibilidade com caixas eletrônicos, máquinas contadoras e sistemas de verificação.
Ninguém precisa ir aos bancos para trocar dinheiro. Não há prazo anunciado para a retirada definitiva das notas da primeira família, nem penalidades para quem ainda as possuir. Bancos atuam no recolhimento conforme as cédulas retornam ao sistema financeiro.
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