- O sentimento das empresas na Nova Zelândia subiu levemente em maio, mas permanece perto de mínimos de três anos, com combustíveis caros freando o crescimento e a demanda.
- O índice de confiança empresarial subiu para 10, de -10,6 em abril, segundo o ANZ Bank New Zealand.
- O indicador de desempenho de negócios próprio subiu para 25,6, de 19,6.
- A leitura sugere que, apesar da recuperação, pressões de custos continuam elevadas e impacto sobre lucros persiste.
A confiança das empresas na Nova Zelândia reverteu parte da baixa recente em maio, ainda que permaneça próxima de patamares baixos em três anos. O índice de confiança empresarial subiu para 10, ante -10,6 em abril, segundo a ANZ Bank New Zealand, com divulgação feita na sexta-feira em Wellington. Já o indicador de atividade própria de negociação aumentou para 25,6, frente a 19,6 no mês anterior.
A alta parcial ocorre em meio a custos elevados, alimentados por preços de combustível em aceleração, que freiam o crescimento econômico, reduzem a demanda dos clientes e comprimem margens de lucro das empresas. O impacto se manifesta em perspectivas de negócios mais frágeis e necessitam de ajustes operacionais para enfrentar o cenário.
O relatório destaca que o conteúdo de custos elevado persiste, mantendo o ambiente desafiador para a atividade corporativa. Até o momento, não há mudanças significativas de política observadas no curto prazo, mas o endurecimento de condições de mercado continua influenciando as expectativas de lucro e expansão.
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