- A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) autorizou a Boeing a aumentar a produção do 737 MAX para 47 aeronaves por mês neste verão.
- A medida é o segundo incremento desde a imposição de limites após acidentes envolvendo o modelo; o teto foi 38 por mês e voltou a 42 por mês em outubro de 2025.
- A Boeing concluiu a “revisão final” com a FAA e planeja estabilizar as linhas de produção nesse ritmo nos próximos meses, depois de testar os 47 aviões por mês durante a avaliação.
- A FAA pasó informou que inspetores realizaram revisões extensas nas linhas de produção para garantir a segurança do aumento.
- O CEO da Boeing, Kelly Ortberg, disse que a empresa pretende chegar a 63 aviões por mês no futuro, sem prazo definido.
A Administração Federal de Aviação dos EUA autorizou a Boeing a aumentar a produção do 737 MAX para 47 aeronaves por mês, a partir deste verão. A decisão encerra o regime de produção limitado que estava vigente desde os acidentes com o modelo.
A autorização foi anunciada pela CEO da Boeing, Kelly Ortberg, após a conclusão de uma revisão final com a FAA. A marca de 47 por mês depende da estabilidade das linhas de montagem nos próximos meses.
A FAA ainda mantém inspeções rigorosas para assegurar que o aumento não comprometa a segurança. A agência ressaltou que os inspetores revisaram detalhadamente as linhas de produção.
O que mudou
- A Boeing passa a operar com uma taxa mensal maior, após manter 38 aviões por mês anteriormente.
- A decisão de ampliar o ritmo foi precedida por testes internos da fabricante em 47 unidades mensais.
Quem está envolvido
- Boeing: conclusão da revisão final e implementação gradual do aumento.
- FAA: supervisão, inspeções e confirmação do ajuste de produção, com foco na segurança.
Contexto histórico
A produção chegou a ultrapassar 50 unidades mensais antes dos acidentes de 2018 e 2019, que levaram a interrupções prolongadas. Em 2024, um problema de fabricação reduziu novamente o ritmo da linha. A capacidade de 47 por mês marca retomada gradual.
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