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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem para 215 mil

Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA sobem a 215 mil, acima da previsão, enquanto mercado de trabalho permanece resiliente ante tensões entre EUA, Israel e Irã

Bandeiras dos EUA | Reprodução
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  • Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA totalizaram 215 mil na semana encerrada em 23 de maio, com ajuste sazonal, subindo 5 mil frente à semana anterior.
  • O dado ficou acima da projeção de 211 mil esperada por economistas consultados pela Reuters.
  • Mesmo com a alta, os pedidos permanecem em patamar historicamente baixo, dentro da faixa de 190 mil a 230 mil por semana em 2026.
  • As demissões seguem concentradas no setor de tecnologia, impulsionadas por reestruturações associadas ao avanço da inteligência artificial.
  • A guerra no Oriente Médio aumenta a pressão inflacionária, com o fechamento do Estreito de Ormuz elevando preços de petróleo e fertilizantes, e reforçando cautela do Fed sobre juros e política monetária.

Nos EUA, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego somaram 215 mil na semana encerrada em 23 de maio, conforme o Departamento do Trabalho. A leitura representa alta de 5 mil pedidos em relação à semana anterior, com ajuste sazonal. O dado mostra um mercado de trabalho ainda resiliente.

A leitura ficou acima da expectativa de economistas consultados pela Reuters, que apontavam 211 mil pedidos no período. Mesmo com a alta, os números seguem em patamares historicamente baixos, dentro da faixa observada em 2026, entre 190 mil e 230 mil.

Mercado de trabalho segue resistente

Demissões permanecem concentradas, principalmente no setor de tecnologia, impulsionadas por reestruturações associadas ao avanço da inteligência artificial. O ritmo de layoffs não compromete a dinâmica geral do mercado.

Impacto geopolítico e sinais de inflação

O cenário internacional envolve tensões entre EUA, Israel e Irã, ampliando a cautela de investidores. O fechamento do Estreito de Ormuz elevou o preço de commodities como petróleo e fertilizantes, alimentando preocupações inflacionárias globais. O Banco Central dos EUA é observado de perto quanto a juros e política monetária.

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