- Brasil é visto como mercado preparado para adoção de stablecoins e pagamentos baseados em blockchain, segundo Nicolas Carreiro, COO da Neocoder, na TokenNation 2026.
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- Carreiro afirma que a rápida adesão ao Pix mostra cultura brasileira favorável a novas tecnologias financeiras, o que pode acelerar o uso de ativos digitais.
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- O Pix, hoje, já supera cartões de débito e crédito em volume de uso, abrindo espaço para novas formas de pagamento com ativos digitais.
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- A LiberPay escolheu o Brasil como primeira praça para lançar o produto, citando esse cenário favorável.
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- Mais de 26 milhões de carteiras movimentam stablecoins ou criptoativos no país, sinalizando maturidade dos usuários, embora a educação seja o principal desafio para a adesão.
O Brasil é visto como um mercado entre os mais preparados para a adoção de stablecoins e pagamentos baseados em blockchain, segundo Nicolas Carreiro, COO da Neocoder. A avaliação foi feita durante a TokenNation 2026.
Na entrevista, Carreiro aponta que a rápida adesão brasileira ao Pix indica uma cultura favorável a novas tecnologias financeiras, o que pode acelerar a utilização de ativos digitais no dia a dia.
Para o executivo, a adoção inicial do Pix foi tímida, mas ganhou tração rapidamente, tornando-se uma referência em pagamentos instantâneos. Esse dinamismo influenciou a LiberPay a escolher o Brasil como primeira praça.
Carreiro destaca ainda o crescimento da presença de ativos digitais no país, com mais de 26 milhões de carteiras movimentando stablecoins ou criptoativos, sinalizando maturidade dos usuários para novas soluções.
Segundo ele, esse cenário cria um ambiente propício para expansão de pagamentos em ativos digitais, desde que as plataformas se tornem mais simples e acessíveis ao público.
A educação aparece como principal desafio para o setor, segundo o executivo. Ainda há receio entre consumidores e comerciantes devido a notícias de golpes e ataques cibernéticos, o que compromete a adesão.
Para ampliar a adoção, Carreiro defende maior oferta de conhecimento sobre blockchain, finanças digitais e Web3 em escolas, universidades e cursos técnicos, visando aumentar a participação no ecossistema.
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