- A operação Fluxo Oculto mira fintechs ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Uma fintech com filial em Belo Horizonte está entre os alvos da investigação.
- A empresa oferece serviços como maquininha de cartão de crédito, conta digital e boletos.
- A divulgação aponta que a ação envolve buscas por participação de organizações criminosas no setor fintech.
- Informações foram divulgadas no dia 01 de junho de 2026, com reportagem de Raíssa Pedrosa.
Operação Fluxo Oculto mira fintechs ligadas ao PCC; uma delas tem filial em Belo Horizonte. A operação investiga possível ligação de plataformas financeiras com o crime organizado, segundo autoridades. O objetivo é identificar fluxos financeiros que sustentariam atividades criminosas.
A fintech alvo oferece serviços como maquininha de cartão de crédito, conta digital e geração de boletos. As atividades da empresa são descritas pela instituição como voltadas a pagamentos e transações para clientes de diversos perfis.
As informações iniciais indicam que as investigações envolvem órgãos de controle e fiscalização. Não houve confirmação de prisões até o momento, e as apurações seguem em caráter sigiloso para esclarecer vínculos e responsabilidades.
Contexto da operação
A ação faz parte de uma ofensiva contra possíveis estruturas financeiras vinculadas ao PCC. Autoridades sustentam que o rastreamento de fluxos de dinheiro é fundamental para desmantelar redes criminosas. Detalhes adicionais devem ser anunciados pelas fontes oficiais conforme o andamento das apurações.
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