- O dólar à vista fechou em R$ 5,035, alta de 0,47%, com o dólar futuro para julho em R$ 5,064 na B3.
- Dados de emprego nos Estados Unidos ficaram acima do esperado, com criação de 122 mil vagas em maio.
- Tensões no Oriente Médio aumentaram (Irã atirou mísseis; ataques dos EUA em Qeshm), elevando a demanda por ativos de refúgio.
- O dólar era favorecido pela percepção de resiliência da economia americana diante de dados de emprego.
- O Escritório de Comércio dos Estados Unidos defendeu tarifas adicionais sobre exportações brasileiras, provocando até 12,5% de sobretarifa conforme a categoria.
O dólar encerrou o pregão desta quarta-feira (3) em alta frente ao real, impulsionado por dados de empregos nos Estados Unidos e pela escalada de tensões no Oriente Médio. O dólar à vista fechou em R$ 5,035, valorização de 0,47%. O contrato futuro para julho chegou a R$ 5,064.
Às 9h46, o dólar comercial operava em R$ 5,035, tanto na compra quanto na venda, mantendo a trajetória de valorização após o dados de emprego.
O setor privado dos EUA adicionou 122 mil vagas em maio, número acima das expectativas, fortalecendo a percepção de resiliência da economia. A leitura reforça demanda por dólar no mercado internacional.
Novos ataques entre EUA e Irã elevaram a tensão na região. O Irã lançou mísseis balísticos contra países vizinhos, sem atingir alvos. Em resposta, forças americanas realizaram ataques na ilha de Qeshm, segundo a Reuters.
As negociações diplomáticas entre Irã e EUA seguem inconclusivas, o que alimenta a busca por ativos de refúgio, like o dólar, em cenários de incerteza geopolítica.
Tarifa adicional de 12,5% proposta pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre exportações brasileiras já se soma à tarifa de 25% existente. A medida pode elevar a alíquota total para até 37,5% em algumas categorias, conforme cada caso.
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