- A Susquehanna International Group (SIG) quer expandir mercados de previsão para investidores institucionais, como hedge funds, usando contratos de previsão.
- O episódio, gravado ao vivo na City Winery, em Nova York, traz Jeremy Maletz, chefe de macro trading e de mercados de previsão da SIG.
- A empresa atua como formadora de mercado com a Kalshi, buscando melhorar a liquidez e volumes nesses contratos.
- O interesse é entender como grandes investidores podem usar mercados de previsão, quais fluxos a SIG observa e como gerencia o risco.
- O objetivo é explicar como a SIG ganha dinheiro com esse modelo de market-making e como ele funciona na prática.
A Susquehanna International Group está desenvolvendo um negócio de mercados de previsão, com foco na participação de investidores institucionais. O episódio do podcast Odd Lots, gravado ao vivo na City Winery, em Nova York, traz uma entrevista com Jeremy Maletz, chefe de trading macro e de mercados de previsão. A pauta envolve a atuação da Susquehanna como formadora de mercado com Kalshi, e o potencial de uso por grandes investidores.
Maletz explica como funciona a atuação de market-making em contratos de previsão, as estruturas de hedge usadas pela firma e a dinâmica de liquidez, que costuma ser baixa em muitos ativos. O comentário ressalta o interesse de fundos como hedge funds em migrar parte de seus portfólios para esses instrumentos.
O papo aborda ainda as dúvidas sobre volumes de negociação, liquidez e impactos regulatórios na expansão para investidores institucionais. A ideia central é entender como a Susquehanna pretende lucrar com esse modelo e quais aprendizados já foram observados.
Parcerias e perspectiva de expansão
A entrevista detalha como instituições podem incorporar mercados de previsão aos seus processos de investimento, destacando a parceria com Kalshi e as estratégias de gestão de risco. A discussão também aponta a importância de aumentar a liquidez para atrair novos participantes.
Além disso, a conversa levanta expectativas sobre o desenvolvimento do mercado, com foco em confiabilidade, transparência e regulação compatível. O relato reforça que o objetivo é ampliar a participação institucional de forma sustentável.
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