- O Rio de Janeiro recebe, a partir deste sábado, a reunião anual da IATA, que reúne executivos das principais companhias aéreas do planeta.
- O tema central é como amenizar o impacto do petróleo mais caro causado pela guerra no Oriente Médio.
- O barril chegou a subir até 60% no pior momento do conflito e, hoje, está cerca de 25% acima do valor de fevereiro.
- Segundo a IATA, o combustível pode representar até 40% do custo das empresas aéreas.
- Com o combustível mais caro, rotas são canceladas, a conectividade entre cidades cai e investimentos são adiados, afetando passageiros, turismo e a economia.
O Rio de Janeiro recebe a reunião anual da IATA, entidade que representa o setor aéreo, a partir deste sábado. Executivos de grandes companhias discutem o futuro da indústria e, principalmente, como mitigar o impacto da guerra no Oriente Médio e do petróleo mais caro sobre as operações. O encontro ocorre na cidade e reúne representantes globais do setor.
A guerra no Oriente Médio é apontada pela IATA como uma grande dificuldade para a aviação comercial. No auge do conflito, o petróleo chegou a subir cerca de 60% frente aos níveis anteriores. Atualmente, o barril está aproximadamente 25% mais caro do que na semana anterior ao início dos ataques.
O combustível é um dos principais custos das empresas aéreas. Conforme a IATA, em alguns mercados esse gasto pode representar até 40% do custo total de uma companhia. O cenário eleva a preocupação com cancelamento de rotas, menor conectividade entre cidades e redução de investimentos.
Desdobramentos para passageiros e economia
A elevação de preços de combustíveis influencia decisões operacionais e pode limitar opções de viagem. Além disso, a menor conectividade afeta turismo e atividades econômicas ligadas ao setor de transporte aéreo. O encontro no Rio busca propostas para enfrentar esses desafios.
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