- Marija Veitmane, chefe de pesquisa de ações da State Street Global Markets, comenta sobre o trade de inteligência artificial e o impacto de perspectivas de paz no Médio Oriente nas ações europeias.
- Ela afirma que um fim do conflito e menor custo de energia poderiam beneficiar a Europa.
- No entanto, ainda seria necessário uma recuperação de lucros cíclicos, o que ainda não ocorreu.
- As observações foram feitas durante entrevista à Bloomberg Television.
State Street alerta: ainda é prematuro rotacionar para ações europeias. A aposta atual foca no impulso da inteligência artificial e nas perspectivas regionais, segundo análise divulgada na Bloomberg Television.
Marija Veitmane, chefe de pesquisa acionária da State Street Global Markets, explica que o cenário de IA sustenta a demanda por ações europeias, mas ressalva que o potencial de ganhos cíclicos ainda não aparece de forma clara.
Ela aponta que um fim de conflitos no Oriente Médio e custos de energia mais baixos ajudariam a Europa, mas isso precisa vir associado a uma recuperação de lucros cíclicos, o que, segundo a executiva, ainda não ocorreu.
A comentada perspectiva envolve como fatores geopolíticos e de commodities podem influenciar o desempenho das ações europeias no curto prazo, mantendo o mercado atento a próximos sinais de evolução econômica.
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