- A Etihad Airways prevê retornar à capacidade anterior à guerra e planeja voar cerca de 8% a mais do que no ano anterior até 15 de junho.
- A companhia está encomendando mais aeronaves de fuselagem larga, com números na casa dos dígitos, segundo o presidente-executivo Antonoaldo Neves.
- A declaração foi feita durante um encontro global de CEOs no Brasil, no sábado, 6 de junho.
- A Etihad está reativando voos após cortes em março, motivados por tensões regionais que elevaram os preços dos combustíveis.
- O executivo afirmou que não há planos de reduzir custos por meio de novos cortes de voos, destacando que o maior custo é manter aviões ociosos.
A Etihad Airways prevê retornar à capacidade anterior à guerra até junho, elevando o volume de voos em cerca de 8% em relação ao ano anterior até 15 de junho. A afirmação foi feita pelo CEO Antonoaldo Neves durante um encontro global de CEOs no Brasil, no sábado. A companhia não detalhou números específicos da expansão.
Neves informou que a empresa está adquirindo aeronaves de fuselagem larga emérica no patamar de dois dígitos, sem fornecer valores ou modelos. A medida faz parte de uma retomada gradual das operações, após cortes realizados em março diante da intensificação da guerra regional e do aumento dos custos com combustível.
A Etihad tem trabalhado para manter o nível de voos sem reduzir serviços, segundo o executivo. A companhia destacou que o maior custo opera quando há aeronaves ociosas, e que a estratégia é minimizar aeronaves inativas para reduzir despesas.
Expansão de frota
A companhia afirmou que seguirá investindo em aviões de grande porte para sustentar o crescimento do tráfego. O objetivo é alcançar a capacidade pré-conflito em um período próximo, alinhando oferta e demanda conforme o entorno geopolítico se estabilize.
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