- Goldman Sachs diz não esperar cortes de juros da Fed neste ano, devido ao mercado de trabalho mais forte que o esperado.
- A previsão para os últimos dois cortes foi adiada para junho e dezembro de 2027, de dezembro de 2026 e março de 2027.
- Apesar disso, uma alta de juros pela instituição permanece improvável, já que a inflação parece menos propensa a se tornar autossustentável, segundo David Mericle.
- O tom da nota sugere que as apostas de política monetária mudaram diante dos dados de emprego.
- A divulgação ocorreu em nota publicada na sexta-feira pelo presidente da equipe econômica dos EUA da Goldman Sachs.
A Goldman Sachs reduziu as expectativas sobre cortes de juros do Federal Reserve neste ano, alegando força no mercado de trabalho. Os economistas da instituição destacaram que a manutenção de juros mais baixos ficou menos provável diante do cenário atual.
A previsão para o último ciclo de cortes foi adiada para junho e dezembro de 2027, em comparação com as estimativas anteriores de dezembro de 2026 e março de 2027. A mudança amplia o distanciamento entre a agenda de cortes e o cenário atual.
Mesmo com a alteração, a aposta por alta de juros permanece improvável, pois a inflação mostra sinais de não se tornar auto-sustentável, segundo o economista-chefe dos EUA da Goldman, David Mericle, em nota publicada recentemente.
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