- A tarifa de energia da Itaipu ficará congelada no Brasil até 2026, com queda prevista apenas para 2027 após negociações com o Paraguai.
- A usina passou a atuar como uma espécie de “bateria” do sistema elétrico brasileiro, garantindo energia firme mesmo com variações de produção de outras fontes.
- Existe o risco de redução na geração por conta de mudanças climáticas, mas o reservatório da Itaipu permite manter a produção estável pelos próximos três anos.
- Com o fim da dívida histórica, os recursos estão sendo destinados a projetos socioambientais, manutenção técnica e parcerias, incluindo estradas rurais, energia solar em universidades e apoio às comunidades indígenas Avá-Guarani.
- Novos projetos de inovação incluem hidrogênio verde, biogás e petróleo sintético para aviação, além do programa Coleta Mais, que fortalece cooperativas de reciclagem em centenas de municípios.
Enio Verri, diretor-geral da Itaipu Binacional, afirmou que a usina passa por novos rumos após quitar a dívida histórica. Em entrevista em 7 de junho de 2026, ele mostrou como a gestão atual impacta tarifas e investimentos sociais. A conversa ocorreu em contexto brasileiro.
A tarifa de energia no Brasil ficará congelada até 2026, com queda prevista apenas para 2027. O Paraguai quer vender energia cara para financiar seu desenvolvimento, enquanto o Brasil defende energia barata para inclusão social e crescimento econômico.
Papel da usina no sistema nacional
Itaipu passa a funcionar como uma espécie de bateria para o Brasil. Com novas formas de energia e intermitentes, a usina garante a segurança do sistema elétrico, aumentando a disponibilidade em horários de pico, por exemplo após o pôr do sol.
Desafios climáticos e operação
Apesar de secas prolongadas, o reservatório de Itaipu permite manter a produção estável. A previsão de geração permanece estável pelos próximos três anos, e o diretor destacou que excesso de água nos vertedouros não gera energia nem receita.
Investimentos após a dívida
Com a dívida quitada, recursos são direcionados a manutenção técnica, atualização tecnológica e projetos socioambientais. Há ações em estradas rurais, energia solar em universidades e apoio a comunidades indígenas, como Avá-Guarani.
Inovação e energias limpas
A usina investe em hidrogênio verde, biogás e petróleo sintético para aviação. Foi lançado na região o primeiro barco da América Latina movido 100% a hidrogênio verde. O programa Coleta Mais também ganha impulso.
Perspectivas e fontes
As ações são baseadas em informações apuradas pela Gazeta do Povo, com detalhes complementares sobre o tema. A reportagem completa está disponível para aprofundamento.
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