- Fairfield completa quinze anos em 2026, tendo sido fundada em 2011 em Blumenau (SC) e atuando como corretora de riscos financeiros.
- A empresa evoluiu do seguro corporativo tradicional para soluções financeiras estratégicas, com foco em seguro de crédito e seguro garantia.
- O público-alvo mudou para incluir tesouraria, crédito e cobrança e executivos financeiros, como CFOs, em vez de apenas áreas administrativas.
- Tecnologia e dados passaram a ser pilares, com plataformas próprias, substituição de planilhas no crédito e integração API em garantia, mantendo a análise humana crucial para o risco.
- Planos futuros incluem expansão geográfica nos estados do Sudeste e Centro-Oeste, além de ampliar o portfólio com câmbio, hedge, financiamento ao comércio exterior e proteção de executivos.
A Fairfield completa 15 anos no mercado corporativo, celebrando desde 2011 atuação em Blumenau, Santa Catarina. A empresa se posiciona como corretora de riscos financeiros e soluções de proteção para empresas e pessoas de média e alta renda. Em 2026, a trajetória ganha foco em inovação e expansão.
Ao longo de 15 anos, a empresa deixou de oferecer apenas seguros tradicionais para atuar com soluções financeiras estratégicas. O objetivo é atender indústrias e setores que buscam previsibilidade, segurança operacional e gestão de riscos.
A evolução ocorreu conforme o mercado mudou com a SUSEP, o crescimento do seguro garantia e a valorização do seguro de crédito como ferramenta de previsibilidade. A Fairfield passou a trabalhar com uma visão de risco integrada, não apenas proteção.
A transformação também envolve mudança de interlocutores: de áreas administrativas para tesouraria, crédito e cobrança, CFOs e executivos financeiros. Assim, seguros de crédito e garantia ganharam protagonismo nas operações corporativas.
Para o seguro de crédito, a função passou a ir além da proteção de perdas, contribuindo para operações mais seguras e acesso a financiamentos com melhores condições. O seguro garantia passou a liberar capital de giro, funcionando como alternativa à fiança.
Três decisões estratégicamente relevantes moldaram a atuação da Fairfield: nascer como casa de inteligência financeira, especializar-se em crédito e garantia e investir em tecnologia própria para processos mais ágeis e transparentes. A meta permanece proteger a operação de ponta a ponta.
A atuação da Fairfield se sustenta na proximidade com o cliente, atuando como extensão da área financeira. O diagnóstico inicial considera a exposição real de cada operação, incluindo particularidades de setores como agronegócio e indústria.
A previsibilidade é medida pelo manejo efetivo de riscos, especialmente no momento em que a cobertura é acionada. A empresa ressalta que a proteção se valida quando o risco se materializa, não apenas na assinatura do contrato.
Tecnologia e dados ocupam papel central na operação. No crédito, foram substituídas planilhas por fluxos de subscrição mais dinâmicos; no garantia, a integração via API reduziu tempo de cotação e emissão de apólices.
Mesmo com avanços tecnológicos, a Fairfield destaca que a leitura humana do risco continua essencial. A combinação de dados, processos ágeis e avaliação especializada compõe o valor da proteção financeira.
Para os próximos anos, a Fairfield aposta em expansão geográfica, avanços tecnológicos e ampliação do portfólio. A presença regional segue prevista para o Sudeste e Centro-Oeste, pontos estratégicamente relevantes.
A empresa planeja tornar as soluções de proteção financeira ainda mais simples, rápidas e digitais, sem perder a personalização. Além de ampliar áreas como câmbio, hedge e financiamento ao comércio exterior, manterá foco no entendimento do negócio do cliente.
Expansão e portfólio
A iniciativa envolve ampliar atuação em proteção de executivos e soluções financeiras integradas. A Fairfield pretende consolidar a oferta de crédito, garantia e serviços correlatos como parte central da estratégia de crescimento.
Tecnologia como diferencial
A empresa destaca a tecnologia como alicerce para maior transparência e eficiência. A meta é manter processos ágeis, ao mesmo tempo mantendo a análise humana como componente de valor.
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