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Ibovespa fecha no menor desde janeiro com tensão Irã-Israel; dólar a R$5,18

Ibovespa fecha no menor nível desde janeiro, com petróleo em alta e aversão a risco; dólar sobe para R$ 5,18 e Boletim Focus eleva projeções de inflação

Ibovespa hoje fecha no menor nível desde janeiro com tensão entre Irã e Israel; dólar sobe a R$ 5,18
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  • O Ibovespa fechou em queda de 0,21%, aos 168.668,72 pontos, o menor desde 20 de janeiro, com reacts à alta do petróleo diante dos ataques entre Irã e Israel.
  • Entre as maiores perdas, MRV caiu 4,64%, Cosan caiu 4,46% e Rumo caiu 3,01%; as altas ficaram com Weg, Prio e RD Saúde, em 3,63%, 2,32% e 2,18%, respectivamente.
  • Petrobras encerrou em alta: PETR3 subiu 0,72% e PETR4 avançou 0,81%; Vale recuou 0,80%.
  • O dólar chegou a R$ 5,18; no Focus, a mediana para IPCA em 2026 subiu para 5,11%, e a expectativa de Selic subiu para 13,50% ao fim do ano.
  • No exterior, tecnologia e IA sustentaram o humor das bolsas dos EUA, com Dow Jones caindo 0,16% e S&P 500 e Nasdaq registrando altas; no cenário geopolítico, a tensão no Oriente Médio manteve o petróleo mais caro.

O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, 8, atingindo o menor nível desde 20 de janeiro. A bolsa acompanhou a alta do petróleo após a retomada de ataques entre Irã e Israel, elevando a aversão a risco global. O índice caiu 0,21%, para 168.668,72 pontos, com mínima de 168.129,61.

Entre as maiores baixas, MRV, Cosan e Rumo lideraram as perdas, com quedas de 4,64%, 4,46% e 3,01%, respectivamente. À frente, Weg, Prio e RD Saúde avançaram 3,63%, 2,32% e 2,18%.

As Petrobras terminaram em alta, refletindo o avanço do petróleo no mercado externo. As ações ordinárias subiram 0,72%, e as preferenciais, 0,81%. Vale teve queda de 0,8%.

Tensão no Oriente Médio

No Brasil, o ambiente permanece sensível a desenvolvimentos no Oriente Médio, o que acrescenta pressão sobre as projeções de inflação e juros. O Boletim Focus atualizou as perspectivas para 2026, com o IPCA subindo para 5,11%.

O banco central internacional e analistas ajustam as expectativas de política monetária. As taxa Selic projetadas passaram a chegar a 13,50% ao fim deste ano, acima de leituras anteriores.

Mercado de commodities e consequências

O petróleo registrou alta: o WTI para julho avançou 0,84% e o Brent, 1,25%. A oferta global permanece sob tensão, já que grande parte do petróleo mundial transita pelo Estreito de Ormuz, sob controle regional.

No exterior, o dólar ficou em R$ 5,18, com alta de cerca de 0,45%. Bolsas dos EUA mostraram leitura mista, com altos em empresas de IA ajudando a conter quedas. Na Europa, asdaq de resultados variáveis acompanharam o cenário geopolítico.

Panorama macro e juros

Dados de inflação e expectativa de juros marcam o humor dos investidores. O foco está nas próximas reuniões de política monetária e na continuidade das tensões regionais, que influenciam cenários de risco e volatilidade. Diversos ativos seguem ajustando-se a esse ambiente.

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