- Em pouco mais de três anos, o governo destinou 1.764 imóveis ociosos ou subutilizados para habitação de interesse social, regularização fundiária e uso por órgãos da administração pública.
- Em alguns casos, a medida substitui imóveis alugados.
- Cerca de 3 mil imóveis estão em análise pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos para receberem um novo direcionamento.
- A estimativa é de que o governo deixou de gastar R$ 14,35 milhões desde 2023 até maio passado.
- Os imóveis destináveis abrangem ações de moradia, regularização fundiária e uso institucional.
A União destinou 1.764 imóveis públicos ociosos ou subutilizados para habitação social, regularização fundiária e uso por órgãos da administração. A medida ocorreu em pouco mais de três anos, desde 2023 até maio passado, substituindo imóveis alugados.
Entre os beneficiados estão programas de moradia de interesse social e ações de regularização fundiária, com uso compartilhado por diferentes órgãos públicos. A iniciativa visa ampliar o patrimônio disponível sem ampliar contratos de aluguel.
Estimativa aponta economia de cerca de R$ 14,35 milhões no período, já que imóveis anteriormente alugados passaram a integrar o parque público sem custos de locação.
Ao todo, aproximadamente 3 mil imóveis passam por avaliação pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos para definir novos direcionamentos de uso. O objetivo é ampliar o aproveitamento efetivo do patrimônio.
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