- Helena Bertho é Global Head de Diversidade, Equidade e Inclusão do Nubank e uma referência no tema no Brasil.
- Ela afirma que a inovação nasce da discordância, não do consenso, pois a discordância estimula questionar e buscar soluções diferentes.
- Segundo a executiva, ambientes com pessoas de diferentes experiências e visões geram mais criatividade e novas formas de resolver problemas.
- A discordância é vista como essencial para o crescimento das organizações, já que pensar igual não gera inovação.
- A diversidade é citada como fator que amplia a pluralidade e favorece a geração de ideias inovadoras, ao estimular o questionamento do status quo.
Helena Bertho, Global Head de Diversidade, Equidade e Inclusão do Nubank, destaca que a inovação surge quando há discordância entre ideias, e não apenas consenso. A afirmação reforça o papel da divergência para buscar soluções criativas.
Em entrevista, ela explica que ambientes com diferentes experiências e visões de mundo favorecem a geração de novas abordagens. A diversidade, segundo a executiva, funciona como gatilho para soluções alternativas.
Para Bertho, o conflito de ideias é essencial ao crescimento das organizações. Quando pessoas são estimuladas a discordar, questionar o status quo e propor caminhos diferentes, surgem soluções inovadoras.
A diversidade é apresentada como elemento-chave para ampliar a qualidade das discussões. Mezclas de origens, culturas e experiências criam um ambiente mais plural e produtivo.
Ela reitera que a coragem de discordar, aliada à busca por novas soluções, impulsiona a inovação. Conforme aponta, questionar o que já está dado permite chegar a propostas originais.
Diversidade como motor da inovação
A executiva reforça que ambientes diversos estimulam a criatividade e a capacidade de enfrentar problemas complexos com novas perspectivas. O Nubank é citado como referência na agenda de inclusão.
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