- O vinhedo de 2 hectares dentro do Borgo Laudato Si produziu 5.000 garrafas de vinho, com o Papa Leo XIV abençoando o início da safra inaugural.
- O projeto, aberto pelo Papa no Borgo Laudato Si em Castel Gandolfo, envolve uma fazenda de 55 acres voltada à agricultura sustentável, incluindo o cultivo de Cabernet Sauvignon.
- Cerca de 8.000 vinhas são cuidadas por trabalhadores refugiados, parte de um programa que treina migrantes, menores desacompanhados e ex-prisioneiros em agricultura sustentável, manejo de animais e hospitalidade; objetivo de formar mais de 1.000 pessoas por ano.
- A Fazenda foca em agricultura orgânica e regenerativa, com irrigação inteligente que usa inteligência artificial; na prática, também há produção de azeite, chá de ervas e queijo no local, com o vinho possivelmente vendido apenas no Vaticano.
- A vinícola é dirigida por Riccardo Cotarella, e o vinho 100% Cabernet Sauvignon envelhecido em barris de carvalho deve ter comercialização exclusiva dentro do Vaticano.
A vinha de Borgo Laudato Si, localizada no terreno da casa de verão do Papa em Castel Gandolfo, produziu 5.000 garrafas do primeiro vinho. O cultivo é sustentável, em área de 2 hectares, com manejo de trabalhadores migrantes e refugiados.
O Papa Leo XIV participou da revelação do resultado, abençoando o local e bebendo um copo de vinho tinto para a ocasião. O projeto foi inaugurado formalmente no ano passado e integra agropecuária orgânica e técnicas regenerativas.
Vinho inaugural e gestão do projeto
A produção é liderada pelo enólogo Riccardo Cotarella, com vinhos 100% Cabernet Sauvignon maturados em barris de carvalho. A bebida deve ser vendida principalmente dentro do Vaticano, segundo informações oficiais.
Quase 8 mil vinhas no espaço são cuidadas por migrantes e por jovens em situação de vulnerabilidade, em programa que também capacita em agricultura sustentável, manejo de animais e hospitalidade. A iniciativa pretende formar mais de 1.000 pessoas por ano.
Sustentabilidade e além da vinicultura
O Borgo Laudato Si prioriza agroflorestas e irrigação inteligente, com uso de IA para evitar desperdício de água. Além do vinho, o local produz azeite, chás e queijos, vendidos a visitantes, incluindo escolas.
O espaço busca manter um impacto ambiental baixo, conforme destacou o diretor-geral Fr. Manuel Dorantes, que descreveu o projeto como “zero impacto” e voltado à acolhida de público e apoio aos mais vulneráveis.
Entre na conversa da comunidade