- O ministro José Guimarães afirmou que a soberania nacional é o tema principal da 7ª reunião plenária do Conselhão.
- Ele disse que a economia brasileira apresenta sinais positivos, mesmo com problemas na relação com os Estados Unidos.
- O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos indicou tarifas adicionais contra o Brasil, com recomendação de 25% para parte das exportações.
- Márcio Elias Rosa confirmou reunião virtual com Jamieson Greer, até o fim da semana, para tratar das tarifas e da posição brasileira.
- O Itamaraty atua com firmeza na proteção dos interesses comerciais do Brasil, em resposta às sanções consideradas injustificadas, incluindo novas tarifas em estudo e medidas por trabalho infantil.
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que a soberania nacional é o tema central da 7ª reunião plenária do Conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável. A abertura ocorreu durante o encontro, que discute políticas púbicas e relações externas.
Guimarães destacou que, apesar de problemas na relação com os Estados Unidos, a economia brasileira mostra sinais positivos. Ele enfatizou que a soberania é bandeira defendida por quem apoia a democracia e o Brasil soberano.
O ministro afirmou que a agenda do Conselhão reserva espaço para tratar de instrumentos de proteção de interesses nacionais frente a pressões externas. Participaram do evento lideranças do governo, empresários e representantes da sociedade civil.
Relação com os EUA e tarifas
Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, confirmou reunião virtual com Jamieson Greer, responsável pelo Comércio dos EUA, até o fim da semana, para tratar das questões tarifárias entre os dois países.
O chanceler Mauro Vieira comentou que o Itamaraty atua com firmeza e visão estratégica na proteção de interesses comerciais. A declaração faz referência a recomendações do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre tarifas.
Segundo o USTR, o Brasil pode enfrentar tarifas de 25% em parte das suas exportações para os EUA. Outra medida pode incluir tarifas de 12,5% devido a falhas apontadas em combate ao trabalho infantil ou forçado em importações de diversos países.
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