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Ela cria agência para gerenciar reputação de marcas com IA

Pivot Comunicação nasce para monitorar reputação de marcas na IA generativa, unindo equipes humanas e agentes de IA para orientar posicionamento institucional

Paula Nadal, fundadora da Pivot Comunicação: 'A reputação continua humana. O problema é que agora ela também precisa ser entendida pelas máquinas.' (Vivian Koblinsky)
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  • Paula Nadal lançou a Pivot Comunicação, agência que junta relações públicas com monitoramento de reputação em plataformas de IA generativa; começou a operar em março e atende oito clientes.
  • A abordagem combina equipes humanas com agentes de IA, usando o produto Aura para cruzar dados de reputação em imprensa, redes sociais, influenciadores e respostas de IA.
  • A empresa busca trabalhar com clientes dispostos a revisar modelos tradicionais de comunicação, priorizando posicionamento institucional integrado e eficiência.
  • A Pivot aposta em uma estrutura enxuta e em equipes senioras, com profissionais multidisciplinares para adaptar-se a cada setor, reduzindo camadas operacionais.
  • Em pesquisa pré-lançamento, cerca de cinquenta líderes de comunicação e marketing disseram que apenas seis por cento estavam preparados para gerenciar reputação na era da IA; principais entraves são demanda operacional, falta de treinamento em IA e estruturas engessadas.

A Pivot Comunicação, criada por Paula Nadal, nasceu para responder à nova relação entre IA e reputação de marcas. A empresa começou a operar em março e já atende oito clientes, entre eles Ânima Educação, BAT Brasil, Auren Energia, NG.CASH, Vórtx e Elo. A ideia é combinar relações públicas com monitoramento de reputação em plataformas de IA generativa.

Nadal afirma que a reputação continua humana, mas agora precisa ser compreendida pelas máquinas. A Pivot aposta em um modelo de “times humanos + agênticos”, reunindo consultores seniores e agentes de IA para automatizar tarefas e análises. O objetivo é acompanhar narrativas em imprensa, redes, influenciadores e nos grandes modelos de linguagem usados por IA.

A agência desenvolveu o produto Aura, uma metodologia proprietária que cruza dados de reputação em diferentes canais para medir reverberação de narrativas. Segundo a fundadora, não há mais divisão clara entre imprensa, influência, redes e algoritmos, tudo se mistura hoje.

Como funciona a Pivot

A Pivot opera com equipes enxutas e alto grau de senioridade, buscando profissionais com passagem por grandes grupos de comunicação para orientar estratégias. A estrutura mira rapidez de decisão e menos camadas operacionais, mantendo a qualidade estratégica.

A empresa destaca que cada cliente recebe agentes específicos para atender às suas necessidades, com foco em escalabilidade sem perder personalização. O portfólio atual abrange setores de tecnologia, finanças, energia e indústria.

Foco em cultura e governança

A vice-presidência fica com Vera Brandimarte, ex-Valor Econômico, e integram o time Tales Ponce, Thiago Campos e Marcelo Dominguez. Também há um conselho de consultores estratégicos, como Vinícius Dônola e Viviane Mansi, voltado a governança e ESG.

Antes do lançamento, a Pivot consultou cerca de 50 líderes de comunicação para entender o preparo das empresas diante da IA. O estudo aponta que apenas 6% consideram-se aptos a gerenciar reputação nesse novo ambiente, citando demandas operacionais e falta de treinamento como entraves.

A perspectiva da Pivot é ampliar o portfólio com clientes alinhados a uma atuação integrada de reputação institucional, influência digital e presença algorítmica, mantendo estrutura flexível para adaptar-se às demandas.

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Ela cria agência para gerenciar reputação de marcas com IA

Pivot lança agência que combina relações públicas e monitoramento de reputação via inteligência artificial (IA) para orientar marcas em resposta de máquinas e algoritmos

Paula Nadal, fundadora da Pivot Comunicação: 'A reputação continua humana. O problema é que agora ela também precisa ser entendida pelas máquinas.' (Vivian Koblinsky)
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  • Paula Nadal lançou a Pivot Comunicação, que une relações públicas com monitoramento de reputação em plataformas de inteligência artificial generativa; a agência começou a operar em março e atende oito clientes.
  • O modelo de trabalho combina equipes humanas com agentes de IA, criando produtos como o Aura, que cruza dados de reputação em imprensa, redes, influenciadores e grandes modelos de linguagem.
  • A ideia é que a reputação siga sendo construída por pessoas, mas também seja compreendida pelas máquinas, possibilitando personalização e eficiência para diferentes setores.
  • A Pivot foca em uma estrutura enxuta e em profissionalização senior, com equipes formadas por jornalistas, assessores de comunicação e cientistas de dados, além de um conselho estratégico.
  • Pesquisas anteriores mostram que apenas seis por cento das lideranças de comunicação e marketing se veem preparadas para gerir reputação nesse novo ambiente de IA, apontando entraves como demandas operacionais e falta de treinamento.

A Pivot Comunicação foi criada para responder a uma mudança no cenário de marcas e IA. Paula Nadal, com 20 anos de experiência em grandes grupos de comunicação, lançou a agência para combinar relações públicas com monitoramento de reputação em plataformas de IA generativa e redes de influência digital. A operação começou em março e já atende oito clientes, entre eles Ânima Educação, BAT Brasil, Auren Energia, NG.CASH, Vórtx e Elo.

Nadal afirma que a reputação continua humana, mas agora precisa ser compreendida também pelas máquinas. A Pivot aposta em uma estrutura enxuta, com foco em senioridade, para acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas sem perder qualidade estratégica. A ideia é investir em posicionamento institucional integrado.

Uma agência criada em torno da IA

A Pivot nasceu após décadas da fundadora em grandes grupos de comunicação, como Editora Abril, Edelman e Ideal Axicom. O projeto surgiu da percepção de que estruturas tradicionais atrasam a adaptação à IA generativa. A agência opera com a combinação de times humanos e agentes de IA para atividades operacionais e análises.

Um de seus produtos internos é o Aura, método que cruza dados de reputação de imprensa, redes sociais e respostas geradas por IA. Segundo Nadal, não há mais fronteiras claras entre imprensa, influência, redes sociais e algoritmos, tudo se mistura na prática.

Estrutura aposta em senioridade

A Pivot busca diferenciação pela equipe com experiência e por uma operação mais leve, sem as camadas comuns em agências tradicionais. A fundadora defende que a comunicação hoje funciona como infraestrutura de negócio. A combinação entre tecnologia e tomada de decisão rápida sustenta a estratégia da empresa.

O time é multidisciplinar, incluindo jornalista, RP, consultor e cientista de dados. A empresa planeja ampliar equipes conforme a necessidade dos clientes, mantendo foco em segmentos como tecnologia, finanças, energia e indústria.

Foco em cultura e governança

Vera Brandimarte assume a vice-presidência, vindo do Valor Econômico. O grupo também inclui Tales Ponce, Thiago Campos e Marcelo Dominguez, este último cientista de dados com passagem por Edelman. Além disso, a Pivot lançou um conselho de consultores estratégicos com nomes ligados a ESG.

A agência afirma que manterá uma meta de crescimento menos agressiva, priorizando clientes alinhados à integração entre reputação institucional, influência digital e presença algorítmica. Nadal ressalta a importância de selecionar parcerias que exigem mudanças estruturais na comunicação.

Panorama sobre preparo para IA

Antes do lançamento, a Pivot ouviu cerca de 50 líderes de comunicação para entender o nível de preparo das empresas diante da IA. Cerca de 6% disseram estar prontos para gerir reputação nesse novo ambiente, apontando como entraves demandas operacionais e falta de treinamento em IA.

A pesquisa indica que a reputação corporativa passa a depender também de como as narrativas são interpretadas por sistemas automatizados. Nadal acrescenta que, mesmo sem fala direta da marca, algoritmos podem representar a empresa.

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