- No primeiro quadrimestre de 2026, o saldo de admissões de jovens aprendizes foi de 54,8 mil, elevando o total de vínculos ativos para 726.025 (14 a 24 anos).
- O resultado marca o melhor desempenho histórico do Novo Caged para contratações de aprendizes.
- A indústria foi o principal motor, respondendo por mais de 35,7 mil contratos de aprendizagem.
- As mulheres representam 52,91% dos vínculos ativos; entre as cores, pardos chegam a 47,22%, brancos a 41,59%.
- Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O Brasil registrou, no primeiro quadrimestre de 2026, o melhor desempenho da série histórica do Novo Caged para a contratação de jovens aprendizes. O saldo de admissões No período foi de 54,8 mil, elevando o total de contratos ativos de jovens entre 14 e 24 anos para 726.025. Os números são do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O salto ocorre com destaque no setor industrial, que sozinha gerou mais de 35,7 mil novos contratos de aprendizagem, superando Serviços, Comércio, Construção Civil e Agropecuária. As funções mais comuns entre os aprendizes concentram-se em atividades administrativas e na produção industrial.
Entre janeiro e abril de 2026, o desempenho é visto como resultado de políticas de aprendizagem como ferramenta de inclusão profissional, segundo o MTE. A liderança do setor industrial evidencia o papel dessas vagas como entrada no mercado de trabalho para jovens de baixa e média escolaridade.
Dados por perfil
As mulheres representam a maioria dos vínculos ativos, com 52,91% do total. Em relação à autodeclaração de cor e raça, participantes pardos correspondem a 47,22%, seguidos pelos brancos, com 41,59%.
O Ministério ressalta que o crescimento do programa oferece garantia de direitos trabalhistas e oportunidade de aprendizado com supervisão adequada. A divulgação dos dados reforça a importância do programa para o cenário de emprego jovem no país.
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