- O petróleo recuou três por cento no pregão de ontem.
- Os contratos futuros ficaram mais distantes da marca de US$ 100 por barril.
- A suspensão dos ataques entre Israel e Irã contribuiu para o movimento de queda.
- Sinais otimistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também foram citados.
- O recuo não foi suficiente para sustentar recuperação nos demais ativos domésticos após as perdas recentes.
O petróleo recuou cerca de 3% ontem, em meio a sinais mais construtivos sobre o conflito no Oriente Médio e à suspensão dos ataques entre Israel e Irã. O movimento refletiu a percepção de menor escalada militar no curto prazo.
Os contratos futuros da commodity caíram, afastando-se da marca de US$ 100 por barril. Mesmo com a queda, o recuo não foi suficiente para sustentar a recuperação de outras classes de ativos domésticos após as perdas recentes.
Sinais otimistas vindos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram citados como fator-chave para o ajuste de preços do petróleo. Analistas ressaltam que, apesar da queda, o mercado permanece atento a novos desdobramentos geopolíticos.
Especialistas apontam que o ambiente de risco ainda atrapalha ganhos mais amplos no mercado interno. A tendência indica cautela entre investidores enquanto eventos no Oriente Médio seguem sob observação.
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