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Preço do petróleo sobe 2% com retomada de ataques entre EUA e Irã

Preço do petróleo sobe 2% com nova rodada de ataques entre EUA e Irã, após cessar-fogo, e mercados acompanham tensões no Oriente Médio

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  • O preço do petróleo subiu cerca de dois por cento após a volta de ataques entre EUA e Irã.
  • O barril Brent chegou a US$ 93,46, quase mantendo a trajetória de alta, após ter chegado a US$ 90,78.
  • O petróleo WTI ficou em US$ 89,79, com alta de cerca de dois por cento.
  • O Irã atacou bases dos EUA na Jordânia, Kuwait e Bahrein em retaliação a ações dos EUA no estreito de Hormuz.
  • As Forças Armadas dos EUA disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radar como resposta ao abatimento de um helicóptero Apache; dois tripulantes foram resgatados. Diplomatas do Qatar buscam facilitar um acordo, enquanto o Irã disse que reavaliaria o diálogo com Washington.

O preço do petróleo oscilou nesta quarta-feira (10) em meio à retomada dos ataques entre Irã e EUA, após um cessar-fogo de dois meses. O Brent chegou a US$ 90,78, caiu 0,73% e subiu, ao redor das 8h15, para US$ 93,46, alta de 2,2%.

Até as 11h, o contrato de agosto era negociado a US$ 92,79. O WTI, nos EUA, subia 1,81%, a US$ 89,79. As oscilações ocorreram após ataques do Irã a bases dos EUA na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein, alegando resposta ao abate de uma aeronave norte-americana.

Os EUA afirmaram ter atingido defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e instalações de radar, como “resposta proporcional” ao abate do helicóptero Apache, com seus dois tripulantes resgatados. Não houve relatos imediatos de danos às bases norte-americanas.

O Irã afirmou que reavaliaria o diálogo diplomático com Washington após violações do cessar-fogo. Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, destacou a necessidade de ambiente estável para qualquer negociação.

Enquanto isso, negociações diplomáticas continuavam de forma ainda evasiva. Uma autoridade informou à Reuters que negociadores do Qatar viajaram a Teerã, após consultas com os EUA, na tentativa de fechar acordo, sem comentários imediatos de Washington ou Teerã.

Perspectivas e contexto

A escalada marca um dos momentos mais intensos desde o acordo de cessar-fogo em abril. O episódio envolve ataques a bases de aliados dos EUA e retaliações de ambos os lados, com impactos observados na formação de preços do petróleo.

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