- Incidente ocorreu no campo de Peregrino, durante operação de offloading entre o FPSO e um navio aliviador, no início de maio.
- A PRIO informou vazamento de 1,4 metros cúbicos de óleo, equivalentes a 1,4 mil litros, aproximadamente dez barris.
- Condições climáticas ruins e rompimento de um cabo de amarração teriam causado a queda do mangote na água, interrompendo o bombeio.
- Não houve registro de feridos ou fatalidades.
- A PRIO não se manifestou sobre o caso até a publicação, levantando dúvidas sobre transparência e comunicação com órgãos ambientais.
Um incidente operacional no campo de Peregrino, operado pela PRIO, ganhou visibilidade no setor de óleo e gás, mas a empresa não se manifestou sobre o ocorrido. Segundo informações obtidas pelo Radar Econômico, houve derramamento de 1,4 metros cúbicos de óleo no início de maio durante transferência entre FPSO e navio aliviador.
A operação envolvia a transferência de óleo armazenado no FPSO de Peregrino para o navio aliviador. O relato aponta que as más condições climáticas contribuíram para o rompimento de um cabo de amarração, levando à desconexão forçada do mangote. O derramamento ocorreu apesar da interrupção imediata do bombeio.
Não há registro de feridos ou fatalidades. Ainda assim, a publicização do episódio é questionada, já que a PRIO não se posicionou até o momento desta nota. Perguntada pelo Radar Econômico sobre providências e comunicação aos órgãos ambientais e regulatórios, a empresa não respondeu.
O caso recebe atenção por envolver uma etapa considerada crítica em operações offshore, pela combinação de volume movimentado, condições do mar e risco ambiental. O incidente ressalta a importância de protocolos de segurança durante transferências entre FPSO e navio aliviador.
Detalhes do incidente
- Quantidade derramada: 1,4 mil litros (1,4 metros cúbicos)
- Local: campo de Peregrino
- Momento: início de maio
- Causa relatada: rompimento de cabo de amarração, com desconexão do mangote
- Consequências: derramamento no mar, sem registro de vítimas
Reação e contexto
- PRIO não divulgou um posicionamento público até a publicação desta reportagem
- Operações offshore costumam seguir protocolos rigorosos de resposta a incidentes
- Fatos serão acompanhados para esclarecimento de providências e comunicação institucional
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