- O Banco Central mudou o C6 Bank da categoria S3 para S2, aumentando as regras regulatórias a que está sujeito.
- A classificação S2 exige, por três semestres consecutivos, ativos superiores a 1% do PIB brasileiro.
- A mudança coloca o C6 no radar de mais investidores, já que muitos fundos preferem bancos S1 ou S2.
- O C6 tem licença para operar como banco múltiplo desde 2019 e é sócio do JPMorgan Chase.
- Em 2025, o banco soma 40 milhões de clientes, mais de 100 produtos, ativos de R$ 148 bilhões, lucro líquido de R$ 2,5 bilhões e carteira de crédito de R$ 89,3 bilhões.
O Banco Central elevou o C6 Bank da categoria S3 para S2, ampliando o grau de exigência regulatória. A mudança coloca o banco entre instituições de maior porte, com maior relevância no sistema financeiro.
A S2 reúne nomes como BV, Safra e Sicredi. Para permanecer nessa faixa, o C6 precisa manter ativos superiores a 1% do PIB brasileiro por três semestres consecutivos. A mudança amplia o escrutínio regulatório sobre a instituição.
Com a alteração, o C6 passa a figurar entre os bancos de maior relevância do país, atraindo o interesse de investidores institucionais. Fundos de pensão, por exemplo, costumam priorizar papéis de bancos nas faixas S1 ou S2.
Ao contrário de fintechs, o C6 nasceu em 2019 com licença para operar como banco múltiplo. O presidente executivo do banco destaca que a transição para S2 é natural e reforça a robustez do modelo de negócio.
O C6 Bank contabiliza cerca de 40 milhões de clientes e oferece mais de 100 produtos para pessoas físicas e jurídicas. Em 2025, registrou ativos de R$ 148 bilhões, lucro líquido de R$ 2,5 bilhões e carteira de crédito de R$ 89,3 bilhões.
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