- Kanpur, na Índia, registra temperaturas de cerca de 46°C, o que afeta a produtividade da indústria de couro.
- Trabalhadores movem-se de forma lenta e cuidadosa para secar peles de búfalo.
- Na fábrica H. Rehman Tanning Industries, as peles são penduradas em estruturas improvisadas sob o calor intenso.
- Na AKI India Ltd., o ambiente é abafado, com grandes ventiladores tentando manter o fluxo de produção de couro.
- O caso de Kanpur é usado como estudo sobre como o calor extremo pode frear o crescimento econômico em setores que dependem de trabalho físico.
O que acontece com a economia quando está quente demais para trabalhar? Em Kanpur, a Índia, o calor extremo ameaça a produtividade em uma região ainda dependente de mão de obra física. Temperaturas chegam a 46°C (115°F), prejudicando atividades industriais.
Na H. Rehman Tanning Industries, jovens trabalham com o couro preso em racks improvisados de secagem. A cabeça é protegida por pano branco, contra o sol forte que domina o ambiente. O esforço é lento, marcado pela necessidade de suportar o calor.
Na AKI India Ltd., as máquinas de pressão operam sob ar abafado e com ventilação forçada por grandes ventiladores. Trabalhadores alimentam lâminas de couro e empilham folhas no piso de concreto, enquanto o calor aumenta o desgaste.
Impacto na produtividade
Especialistas dizem que o calor reduz a eficiência e pode aumentar o absenteísmo. Em Kanpur, a indústria coureira depende de troca de turno e pausas para hidratação, tentando mitigar efeitos climáticos sobre a produção.
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