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Preços ao produtor nos EUA sobem acima do esperado por custos de energia

Preços ao produtor dos EUA sobem 1,1% em maio, impulsionados por energia devido ao conflito no Oriente Médio, com alta anual de 6,5%

Posto de gasolina na Filadélfia, EUA
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  • O índice de preços ao produtor nos Estados Unidos subiu 1,1% em maio, após alta revisada para baixo de 1,1% em abril, segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho.
  • Nos 12 meses até maio, o PPI avançou 6,5%, maior ganho desde novembro de 2022.
  • O aumento ocorreu principalmente pela alta de 2,8% nos preços de bens, impulsionados por energia; os serviços subiram 0,3%.
  • O conflito no Oriente Médio elevou os custos de energia, incluindo gasolina e diesel, pressionando as cadeias globais de suprimento.
  • O governo informou que a inflação ao consumidor ficou acima de 4% em maio pela primeira vez em três anos.

Os preços ao produtor nos Estados Unidos subiram mais que o esperado em maio, impulsionados pelos custos de energia devido ao conflito no Oriente Médio. O índice de preços ao produtor para demanda final avançou 1,1% no mês, segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho.

O levantamento aponta que a leitura de abril foi revisada para baixo, confirmando o primeiro aumento de 1,1% em maio. Economistas consultados pela Reuters estimavam alta de 0,7% após a alta de 1,4% anunciada em abril. Nos 12 meses encerrados em maio, o índice avançou 6,5%.

Uma alta de 2,8% nos preços dos bens, principalmente energéticos, representou quase 80% do avanço do índice. Os preços dos serviços aumentaram 0,3%. O choque额 energético é associad​o ao conflito no Oriente Médio, que elevou o custo de gasolina e diesel.

A guerra entre EUA, Israel e Irã tem pressionado as cadeias globais, com restrições no transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz. Isso contribui para escassez de fertilizantes, alumínio e produtos de consumo, refletindo no custo de produção.

Além disso, o governo informou que a inflação ao consumidor ficou acima de 4% em maio pela primeira vez em três anos, destacando a pressão sobre a economia. O gráfico de preços sugere efeito contínuo dos choques energéticos nas próximas leituras.

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