Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Renda fixa lidera investimentos em meio a guerra prolongada

Renda fixa domina buscas, com CDBs no topo; investidores seguem de olho nos EUA, elevando demanda por BDRs e fundos cambiais

Renda fixa — Foto: Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • A renda fixa segue no topo dos investimentos, com a Selic alta fortalecendo títulos como principal opção entre investidores.
  • Os CDBs lideram o ranking, com os títulos públicos do Tesouro Direto subindo para a segunda posição em maio.
  • LCIs e LCAs completam o top três, mantendo a terceira posição.
  • Fundos multimercados aparecem em quarto lugar, sendo o único tipo de renda variável entre os quatro primeiros por combinar ativos de renda fixa e outros.
  • No radar internacional, os BDRs dos Estados Unidos aparecem em sétimo lugar pela segunda leitura consecutiva, e os fundos cambiais ficam em oitavo.

A renda fixa voltou a dominar as buscas por investimentos, mesmo com o conflito entre Estados Unidos e Irã ainda sem fim imediato. O aumento da asfixia inflacionária, puxado pela alta do petróleo, mantém investidores apostando em juros altos por mais tempo. Com isso, ativos de renda fixa ficam no topo da lista pesquisada.

Segundo o levantamento mensal do Yubb, os CDBs lideram o ranking de ativos mais procurados. Títulos públicos do Tesouro Direto subiram duas posições em maio, avançando para a segunda colocação. LCIs e LCAs completam o top 3, mantendo a posição de abril para maio.

Risco menor, retorno previsível. No quarto lugar aparecem os fundos multimercados, que mesclam renda fixa com ativos mais arriscados. A presença desses fundos ilustra conservadorismo moderado entre investidores que buscam oportunidades com cautela.

Entre os ativos de renda variável, as ações ocupam a quinta posição, caindo duas casas de abril para maio. Os fundos de renda fixa avançaram uma posição, ficando em sexto. O ritmo mostra a sustentação da percepção de persistência de juros altos.

Estados Unidos no radar

A lista traz os BDRs dos Estados Unidos em sétimo lugar. Esses recibos permitem exposição indireta a empresas externas, como Nvidia, Apple e Amazon, e ganharam apelo com a alta das bolsas em maio. Os fundos cambiais aparecem em oitavo, refletindo demanda por moedas.

Na sequência, estão os fundos de ações, que cairam de sexto para nono, e, fechando, LCs e RDBs em décimo. Os ativos de crédito privado completam o panorama de escolhas disponíveis para o investidor brasileiro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais