- A Revolut contratou Paulo Guedes para integrar o conselho consultivo no Brasil, para orientar a expansão local e a busca por uma licença bancária.
- Também foram anunciados Ana Novaes e Luiz Henrique Lobo como conselheiros independentes; Glauber Mota representa a Revolut no grupo.
- O conselho, já adotado pela empresa, inclui Mota e outro nome ligado à firma, ainda a ser definido.
- A Revolut atua no Brasil desde meados de 2023, operando com licença de Sociedade de Crédito Direto e oferecendo conta multimoeda, conta em reais, Pix, investimentos e produtos de crédito.
- A licença atual da SCD limita a captação de depósitos, exigindo planejamento para evoluir a regulação e governança visando uma eventual licença bancária; o Brasil está entre os três mercados com maior ritmo de crescimento para a empresa.
A Revolut anunciou a contratação de Paulo Guedes para compor o recém-criado conselho consultivo no Brasil. O objetivo é orientar a fintech britânica em sua expansão no país, com foco em obter uma licença bancária no futuro.
Guedes integra o grupo de conselheiros independentes, ao lado de Ana Novaes e Luiz Henrique Lobo, profissionais com experiência em regulação, risco e governança de instituições financeiras. O fundador Glauber Mota, CEO da Revolut no Brasil, destacou a importância do aporte técnico e da rede internacional do ex-ministro.
O Brasil figura entre os três mercados de maior ritmo de crescimento para a Revolut no mundo, segundo a própria empresa. A fintech opera no país desde meados de 2023 por meio de uma licença de Sociedade de Crédito Direto (SCD), oferecendo conta global multimoedas, depois passou a disponibilizar conta em reais, Pix, investimentos e produtos de crédito.
A meta da Revolut é ampliar a atuação local e avançar para uma eventual concessão de licença bancária. O modelo de conselho consultivo já é utilizado pela empresa em outras operações, com a expectativa de evolução para um arcabouço regulatório mais robusto conforme o andamento regulatório.
Segundo a empresa, o objetivo do grupo é preparar a estrutura de governança para atender aos requisitos que permitam a transição para um banco no futuro, sem prazo definido. A composição atual também inclui outro nome ligado à Revolut, que ainda será anunciado.
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