- O setor de serviços avançou 1,2% em abril, recuperando a queda de 1,1% registrada em março.
- No acumulado do ano, houve alta de 2,2%; ante abril de 2025, o volume de serviços subiu 1,9% (25º resultado positivo consecutivo).
- O desempenho foi puxado pelos serviços de transportes, com alta de 0,9% frente ao mês anterior, e por “outros serviços”, que subiu 2,2%.
- Em doze meses, o crescimento ficou em 2,9%, mantendo o ritmo observando março. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, divulgados em 11 de junho.
- A PMS acompanha a receita bruta de serviços de empresas formais com 20 ou mais empregados; a divulgação referente a maio ocorre em 15 de julho.
O setor de serviços do Brasil cresceu 1,2% em abril, recuperando a queda de 1,1% registrada em março. O resultado ante abril de 2025 é 1,9% superior, marcando o 25º avanço anual consecutivo. No acumulado de 2025, há alta de 2,2%.
O desempenho de abril foi puxado pelo segmento de transportes, que avançou 0,9% em relação a março, e por “outros serviços”, com alta de 2,2%. Em 12 meses, o setor registra crescimento de 2,9%, mantendo o ritmo observado no mês anterior. Dados são da PMS, do IBGE, divulgados hoje (11/6).
A PMS monitora a receita bruta de serviços das empresas formais com 20 ou mais trabalhadores, excluindo saúde e educação. A divulgação de maio está prevista para 15 de julho.
Para 2025, o volume de serviços fecha o ano com alta de 2,8%, o quinto ano seguido de crescimento. O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, afirma que abril trouxe recuperação integral frente a março, com todos os setores registrando altas.
Destaques por setores
- Serviços prestados às famílias: 1,4%
- Alojamento e alimentação: 1,5%
- Outros serviços às famílias: 1,6%
- Serviços de informação e comunicação: 0,5%
- TIC: 0,8%
- Telecomunicações: -0,1%
- Serviços de TI: 2,5%
- Audiovisuais: -3,0%
- Serviços profissionais, administrativos e complementares: 1,1%
- Serviços técnico-profissionais: 1,9%
- Serviços administrativos e complementares: 1,1%
- Transportes, auxiliares e correio: 0,9%
- Transporte aquaviário: -1,5%
- Transporte aéreo: 7,0%
- Armazenagem e correio: 0,8%
- Outros serviços: 2,2%
Observações finais
Não há conclusão, opinião ou reflexão no texto; os dados apresentados seguem a estrutura da PMS e estão sujeitos a revisões futuras pelo IBGE.
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