- Fornecedores de plástico dos EUA dizem que não há espaço para absorver os custos elevados de matérias-primas, o que pode levar a alta de preços em bens de consumo.
- O índice de preços no atacado de resinas e materiais plásticos subiu 14% no mês passado, atingindo o nível mais alto em quase quatro anos.
- o aumento foi puxado pela redução de suprimentos causada pelo conflito com o Irã, que interrompeu componentes-chave.
- Um exemplo é a empresa de Corry, Pensilvânia, que fabrica peças moldadas para setores automotivo e de aquecimento, sentindo o aperto de custos.
- A expectativa é de que os reajustes alcancem itens como alimentos e carros ainda neste ano.
O aumento dos custos de plásticos usados em diversos setores pode se tornar um novo vilão da inflação. Em abril, o índice de preços no atacado de resinas e materiais plásticos subiu 14%, alcançando o seu nível mais alto em quase quatro anos. A alta reflete interrupções nas cadeias de suprimentos provocadas pela tensão no Irã.
Segundo membros da indústria, fornecedores dos Estados Unidos estão com pouca margem para absorver custos adicionais de matérias-primas. O cenário sugere pressões de preço que podem se espalhar para produtos de consumo, variando de alimentos a automóveis, ainda neste ano.
Entre os produtores afetados está uma empresa baseada em Corry, Pensilvânia, que fornece peças moldadas para setores como automotivo e de aquecimento. Com a demanda estável, a empresa enfrenta custos mais altos de insumos e busca manter a produção diante da redução de suprimentos críticos.
Especialistas apontam que a escalada de preços das resinas pode se traduzir em reajustes de preços ao consumidor. A persistência docoronavírus? Não. O foco está na continuidade das condições geopolíticas, que alimentam a volatilidade de componentes-chave usados na fabricação de plásticos.
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