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Ex-ministro Paulo Guedes passa a integrar conselho da Revolut no Brasil

Revolut Brasil monta conselho consultivo independente com Paulo Guedes, Luiz Lobo e Ana Novaes para fortalecer governança local

O grupo será composto por 3 executivos: o ex-ministro da Economia durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), Paulo Guedes (foto), Luiz Lobo e Ana Novaes
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  • A Revolut anunciou a criação de um conselho consultivo independente no Brasil para fortalecer a governança da operação brasileira.
  • O grupo terá três executivos: Paulo Guedes, Luiz Lobo e Ana Novaes.
  • Paulo Guedes, ex‑ministro da Economia, lançou a gestora YVY Capital em 2023; em 2025 a empresa recebeu aporte minoritário do UBS.
  • Luiz Lobo tem atuação em governança, compliance e gestão de riscos, com passagens por instituições como o BTG Pactual.
  • Ana Novaes já integrou conselhos de empresas de capital aberto e entidades do mercado financeiro, como B3, CCR, CPFL e FGC; segundo Glauber Mota, CEO da Revolut Brasil, a medida faz parte da estratégia de longo prazo da empresa no país.

A Revolut, fintech britânica, anunciou nesta quinta-feira a criação de um conselho consultivo independente no Brasil. O grupo terá três executivos: Paulo Guedes, Luiz Lobo e Ana Novaes, visando fortalecer a governança corporativa da operação no país.

Guedes, ex-ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro, tornou-se sócio da gestora YVY Capital em 2023, ao lado de Gustavo Montezano. A empresa foca investimentos em infraestrutura no Brasil e na América do Sul, tendo recebido aporte minoritário do UBS em 2025.

Luiz Lobo é veterano em governança, compliance e gestão de riscos, com passagem por instituições financeiras e cargos de administração e controle de riscos no BTG Pactual, entre outros.

Ana Novaes possui experiência em conselhos de empresas de capital aberto e em entidades do mercado financeiro, tendo atuado na B3, CCR, CPFL e no FGC.

De acordo com Glauber Mota, CEO da Revolut Brasil, a formação do conselho integra a estratégia de longo prazo da fintech no Brasil. A iniciativa busca aprimorar mecanismos de governança e supervisão da operação local.

Composição do conselho e objetivos

O grupo é formado por três executivos com perfis complementares. A expectativa é ampliar a oversight sobre riscos, compliance e decisões estratégicas da operação brasileira. O anúncio não detalha prazos ou funções específicas de cada integrante.

Ainda segundo a empresa, o objetivo é oferecer orientação independente para fortalecer controles internos. A Revolut quer alinhar a operação brasileira aos padrões praticados pela matriz global.

A Revolut não informou data de funcionamento formal nem planos de expansão associados a esse conselho. A empresa segue com planos de crescimento no país, conforme comunicados oficiais.

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