- A ANBIMA monitora 904 influenciadores de finanças e investimentos desde 2020, em operação 24×7.
- O número de criadores cresceu quase 300%, com maior diversidade de formatos, temas e públicos.
- A linguagem mais simples ajuda a levar educação financeira a mais pessoas, mas requer responsabilidade com o conteúdo.
- A certificação passa a ser ponto central na avaliação de confiança, especialmente para recomendações e orientação direta ao público.
- Investidores devem verificar qualificação, certificação e evitar promessas de ganhos rápidos, buscando disciplina e aprendizado contínuo.
Desde 2020, a ANBIMA monitora de forma contínua conteúdos sobre finanças e investimentos nas redes sociais, avaliando qualidade, certificação e promessas. A atuação busca entender o cenário e a evolução do tema entre criadores digitais.
O movimento de influenciadores financeiros cresceu expressivamente, ampliando o alcance da educação financeira. Hoje, a ANBIMA acompanha 904 criadores, com diversidade de formatos, temas e públicos.
A linguagem simples dos conteúdos facilita a compreensão de temas técnicos, aproximando o público do mercado. Contudo, a responsável pelo monitoramento reforça a necessidade de responsabilidade na orientação financeira.
Certificação como elemento de confiança
Para a ANBIMA, certas atividades no mercado financeiro exigem qualificação específica, principalmente na recomendação de investimentos. Nem todo conteúdo requer certificação, mas é essencial distinguir relatos de experiência de orientação financeira.
Como o investidor deve agir
É fundamental verificar quem fala, qual a qualificação, se há certificação ou equipe técnica. Promessas de ganhos rápidos e soluções fáceis devem ser encaradas com cautela, priorizando disciplina e aprendizado.
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