- A geração Z investe mais e de forma mais diversificada: 36% de pessoas entre 16 e 29 anos investem, contra 35% da geração X e 33% dos boomers.
- Na carteira, 10% aplicam em títulos privados, 8% em fundos, 8% em criptomoedas e 4% em ações; poupança representa 13%.
- A poupança é menos comum entre os jovens (13%) comparada à média nacional (22%).
- YouTube (49%) e Instagram (45%) são as principais fontes de informação; 17% já usam assistentes virtuais de IA para buscar investimentos.
- Mesmo com maior familiaridade, 27% dos jovens já assumem riscos ou apostas, e 65% dos que ainda não investem consideram começar no futuro.
Um estudo da Anbima aponta que a geração Z já investe mais no Brasil e tem carteira mais diversificada que as gerações anteriores. Os resultados são do levantamento divulgado pela associação.
Entre 16 e 29 anos, 36% investem em produtos financeiros, contra 35% da geração X e 33% dos boomers. O estudo analisa hábitos e composição de carteira por faixa etária.
A principal diferença está na diversificação. Enquanto idosos mantêm boa parte da renda na poupança, jovens distribuem em diferentes ativos, incluindo ações, fundos, títulos privados e criptomoedas.
Perfil de investimentos da Geração Z
Entre os jovens, 10% aplicam em títulos privados, 8% em fundos e 8% em criptomoedas. Além disso, 4% investem em ações, o dobro da média nacional.
Poupança representa 13% das aplicações entre a geração Z, ante 22% na média nacional. Entre X e boomers, a poupança chega a 27%.
Acesso a informações digitais influencia escolhas. Entre a Gen Z, 49% usam YouTube e 45% Instagram para se informar sobre investimentos.
O uso de inteligência artificial também cresce. 17% dos jovens já utilizam assistentes virtuais para buscar dados sobre investimentos, frente a 11% dos millennials e menos de 5% nas demais gerações.
Apesar da maior familiaridade, jovens apresentam maior propensão a riscos. 27% afirmam já ter feito apostas, contra 22% dos millennials, 10% da Gen X e 4% dos boomers.
O potencial de crescimento permanece elevado. Segundo a Anbima, 65% dos jovens que ainda não investem pretendem começar, indicando expansão futura do mercado entre as novas gerações.
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