- A produção de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em maio ficou em 253,5 mil unidades, alta de 6,3% ante abril, o melhor maio desde 2019, com média diária de 13,7 mil veículos.
- Comparando com maio de 2025, a produção avançou 15,2%, e, nos primeiros cinco meses de 2026, chegou a 1,13 milhão de veículos, 7,1% acima do mesmo período de 2025.
- Os licenciamentos em maio somaram 274,7 mil unidades, aumento de 10,6% ante abril e 21,7% frente a maio de 2025; no ano, acumulam 1,15 milhão de unidades.
- Veículos eletrificados representaram 19,5% do total de vendas em maio.
- As exportações de veículos montados em maio foram de 37,4 mil unidades, queda de 13,4% frente a abril e de 29,9% em relação a maio do ano passado, totalizando 179,9 mil no ano, com recuos em Argentina, Uruguai e Chile.
A produção de veículos no Brasil registrou alta de 6,3% em maio, na comparação com abril, chegando a 253,5 mil unidades. O resultado ficou acima do esperado e representou o melhor mês de maio desde 2019, segundo a Anfavea.
Segundo a associação, a média diária de vendas em maio foi de 13,7 mil veículos, a melhor desde dezembro de 2014. Em relação a maio de 2025, houve alta de 15,2% na produção, com avanço acumulado de 7,1% nos cinco primeiros meses de 2026, totalizando 1,13 milhão de unidades.
Licenciamentos, desempenho de mercado e eletrificação
Os licenciamentos somaram 274,7 mil unidades em maio, alta de 10,6% frente abril e de 21,7% ante o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano até o final de maio, os emplacamentos avançaram 16,4%, para 1,15 milhão de unidades.
Veículos eletrificados tiveram participação de 19,5% nas vendas de maio, destacando a participação desses modelos no mix de produção e venda.
Exportações e cenário externo
As exportações de veículos montados em maio chegaram a 37,4 mil unidades, queda de 13,4% frente a abril e de 29,9% em relação a maio de 2025. No acumulado do ano, as vendas externas registram queda de 20%, totalizando 179,9 mil unidades.
A retração das exportações foi puxada pela redução de envios para a Argentina (queda de 33,3%), Uruguai (34,5%) e Chile (19,6%), conforme dados apresentados pela Anfavea.
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